Designers da Zolland B criam o Wetcati 1028 x2 !!!


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O “Wetcati” será equipado com dois motores Testastretta de 1098 cm³

     O termo moto náutica já é explícito suficiente. Entretanto, os designers da sueca Zolland AB resolveram levar esse conceito a um nível acima e criaram o “Wetcati 1098 x2″. Além do trocadilho no nome, a moto náutica tem visual inspirado na Ducati Diavel. Desde a dianteira (com farol e tudo) até as entradas de ar laterais e a rabeta são idênticas às da power cruiser italiana.

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     Segundo a imprensa italiana, o modelo é mais do que um simples exercício de imaginação e deve sair do papel pela Cigarette Racing, conhecida pela lancha esportiva 42X Ducati Edition, feita em parceria com a marca de Borgo Panigale. Sobre a motorização, diz-se ainda que será diferente de sua contraparte de rua: dois motores bicilíndricos Testastretta de 1098 cm³ e 160 cv cada um, ao invés do propulsor de 1198 cm³, que equipa a motocicleta. E aí? Ficou bonito?

Por: Carlos Bazela

Fonte: http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/

 

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Equipe: MotociclismoBR

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MV Agusta Brutale 800 Dragster RR 2015 !!!


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     Após vazar fotos da nova Dragster 800RR 2015, a MV Agusta antecipou o anúncio oficial de sua nova moto, que deverá ser apresentada ao grande público durante a feira EICMA de Milão em novembro.
     A MV Agusta Brutale 800 Dragster RR 2015 é a versão mais radical da já existente Brutale 800 Dragster. Além de uma decoração mais esportiva, seu motor recebeu um ganho de potência de 12%. O motor tricilíndrico de refrigeração líquida, 798 cc, 12 válvulas com comando DOHC rende 140 CV de potência máxima a 13.100 rpm e torque máximo de 86 Nm a 10.100 rpm para propulsionar um peso (seco) de apenas 168 Kg.

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     Esse aumento na potência deriva de melhoras eletrônicas, como no sistema de injeção MVICS 2.0, na ECU Eldor EM2.0 e no sistema “drive by wire” da Mikuni, São quatro os mapas de potência selecionáveis e o controle de tração oferece 8 níveis de ajuste.. Para ajudar, um câmbio de seis marchas de trocas ultra rápidas EAS 2.0, um sistema RLM (Rear Wheel Lift-Up Mitigation – anti empinamento da roda traseira) e freios ABS Bosch 9M.

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     O garfo invertido é da Marzocchi com 43 mm, o monoamortecedor traseiro regulável é da Sachs, os freios da Brembo e as rodas radiais de alumínio são de 17 polegadas da Kineo calçadas com pneus Pirelli Diablo Rosso II com medidas 120/70 e 200/50 (bem largo na traseira). Todos componentes de primeira linha e excepcional desempenho. Para incrementar ainda mais a ciclística, um amortecedor de guidão com oito níveis ajustáveis da CRC foi incorporado aos equipamentos de série. O chassi de tubos de aço em treliça, a altura do assento ao solo é de 811 mm e o tanque de combustível tem capacidade para 16,6 litros.

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     A MV Agusta estima a velocidade real máxima alcançável da Brutale Dragster 800R em 245 Km/h. A nova moto estará disponível em duas opções de esquemas de cores: vermelho e branco perolados ou vermelho perolado com preto metálico, ambas pelo preço de 16.290 ma Europa.

     Fonte: http://sobremotos.solupress.com

 

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Equipe: MotociclismoBR

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Novidades sobre a Ducati em 2015 – Multistrada 1200 e Panigale !!!


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     Enquanto a máquina de marketing da Ducati vai nos deixando atentos à revelação oficial do “DVT” (que supomos que quer dizer Ducati Valve Timing), vamos conseguindo obter mais novidades sobre novos modelos italianos para 2015.
     A primeira novidade é que a nova Multistrada 1200, que supostamente será a primeira moto Ducati a ter instalado o referido DVT, já foi vista em testes em estradas públicas perto da fábrica em Borgo Panigale.

     A Multistrada será fortemente revista, tanto em design como mecânica ou eletrônica, para não afetar a ciclística, tudo para que a alucinante “sport adventure” da Ducati se mantenha o mais competitiva possível num segmento que este ano vai crescer com novas propostas. A imagem “flagra” não é muito clara sobre o que podemos vir a esperar da nova Multistrada 1200, mas até ao momento é a única foto que existe da moto.

     Quanto à segunda novidade que podemos adiantar … de acordo com o website americano Asphalt and Rubber, que cita fontes próximas da marca de Borgo Panigale, a tão aguardada 1299 Panigale R, que foi vislumbrada numa foto de uma convenção de concessionários e representantes Ducati nos Estados Unidos, é na verdade a atual 1199 Panigale R com uma nova denominação.

     Então qual é a novidade?
     A novidade é que a denominação 1299 será aplicada também à restante gama Panigale com o motor Superquadro, e isso significa o aumento de 100 cc, aumento que foi conseguido através do maior curso dos pistões.
     As 1299 Panigale e 1299 Panigale S passam assim para uma cilindrada perto dos 1.300 cc, enquanto a mais exótica 1299 Panigale R, por servir de base para homologação da moto que a Ducati utiliza no Mundial de Superbike, mantém-se nos 1.200 cc embora o seu nome seja também atualizado para 1299. Em breve novas novidades …

     Fonte: http://www.motociclismo.pt/

 

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Equipe: MotociclismoBR

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Kawasaki Vulcan S – uma opção com apelo urbano !!!


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     A Kawasaki apresentou para os mercados americano e europeu a Vulcan S, modelo de entrada para o segmento custom da marca. A motocicleta, segundo a empresa, vem para ser uma opção para novos pilotos, além de mulheres.

     Apesar de o estilo ser mais parecido com uma estradeira – banco baixo, pedaleiras levemente avançadas, as quais podem ser ajustadas e posição privilegiando o conforto -, a fabricante diz se tratar de uma moto com apelo mais urbano.

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     O coração da Vulcan S é o bem conhecido 2 cilindros de 649cc e 8 válvulas presente hoje em outros três modelos: ER-6n, Versys e Ninja 650. Com configuração levemente modificada para garantir mais torque em baixas e médias, tem 61 cv de potência a 7.500 rpm e torque de 6,4 kgf.m a 6.600 rpm. O câmbio é de 6 velocidades.

     As rodas tem 18′ na dianteira e 17′ na traseira. O tanque de combustível pode receber 14 litros de gasolina. Freios ABS são opcionais.

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     A novidade é oferecida em três cores cores: preta, branca e roxa.

     Fonte: http://revistaduasrodas.com.br/

 

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Equipe: MotociclismoBR

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Barracuda – Nova versão CB 1000R para o Brasil em 2015 !!!


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Vendida como edição limitada na Itália, versão Barracuda tem grafismo e acabamento diferenciados

     No mesmo dia em que anunciou a chegada da família CB 650 ao Brasil, a Honda mostrou em sua conta oficial no Instagram (@hondamotosbr) uma nova versão da CB 1000R, chamada de Barracuda. A legenda da foto descrevia a CB 1000R Barracuda como uma “Extreme Street Fighter com toque italiano”, já que o modelo é inspirado na edição limitada Barracuda vendida, até então, apenas na Itália.

     Como diferencial, a Barracuda “italiana” tinha novo grafismo, rodas diferenciadas, manetes, punhos, espelho retrovisor e setas com acabamento mais nobre, além de vir com o sistema de freios C-ABS de série. Nenhuma modificação mecânica, nem no motor e nem nas suspensões.

     Porém, o modelo mostrado pela Honda no Brasil trazia apenas os grafismos novos e os freios C-ABS de série. As especificações mecânicas também não devem mudar. Tudo indica que a CB 1000R Barracuda seja o modelo top de linha da naked de 1.000cc no Brasil em 2015, enquanto a versão básica deverá ter uma redução no preço para atrair os motociclistas que ficaram “órfãos” da esportividade da CB 600F Hornet, agora aposentada. E aí, o que você achou? Ia comprar uma Hornet e agora vai gastar mais para pegar a CB 1000R? 

Por :Arthur Caldeira
Fonte:http://infomoto.blogosfera.uol.com.br

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Equipe: MotociclismoBR

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Yamaha anuncia a YZF-R3 2015 !!!


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     As novidades para 2015 continuam a surgir em catadupa e, mesmo sem esperar pelo salão de Milão, no início de novembro, eis que foi anunciada com informação e fotos oficiais da nova esportiva da Yamaha, a YZF-R3, bem como a renovada trail WR250F para o próximo ano, mas essa fica para outra oportunidade.

     A R3 junta-se assim à crescente oferta do mercado nas esportivas desta cilindrada, um segmento onde já existem propostas da concorrência como a Honda CBR300R, Kawasaki Ninja 300 e a mais recente KTM RC390.

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     A R3 está equipada com um motor bicilíndrico em linha de 321 cc, com pistões em alumínio forjado, que a marca declara 42 cavalos às 10.750 rpm. Um valor que supera as suas concorrentes japonesas (30 cv para a CBR e 39 cv da Ninja 300), e se aproxima dos 43 cv declarados pela KTM RC390, que conta com mais 51 cc. Isto para um peso em ordem de marcha anunciado de 169 kg, incluindo os 2,4 lt de óleo e o tanque de combustível, com 14 litros de capacidade.

     As rodas são de 17’’, com pneus de 110/70 e 140/70, estando equipada com freios a disco em ambas as rodas, respectivamente um disco de 298 mm na dianteira e de 220 mm atrás, estando o ABS presente como opcional.
    Mas não se anime muito, pois a R3 deverá chegar aos mercados europeus durante a primavera de 2015, para o Brasil ainda sem pretensões.

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A Yamaha informa sobre a R3 que:

  • Motocicleta categoria supersport para o uso diário
  • Desenvolvida com DNA R-series puro
  • Motor de dois cilindros em linha de 320cc. Poderoso, suave e forte
  • Chassis slim e leve oferecendo manipulação previsível e esportiva
  • Duplo farol agressivo na carenagem completa R-series
  • Carenagem desenvolvida para ótima aerodinâmica
  • Suspensão esportiva confortável
  • Desempenho de frenagem forte com ABS de série
  • Projetado para uso diário em situações urbanas e rodovias

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Destaques Técnicos :

  • Motor de dois cilindros em linha 321cc refrigerado a líquido de 4 tempos, DOHC, 4 válvulas
  • Características de potência e torque excelentes
  • 30.9kW / 42PS @ 10750 rpm
  • 29.6Nm / 3,0 kg-m @ 9.000 rpm
  • Pistões de alumínio forjados para redução do peso alternativo
  • Leve e forte
  • Leve DiaSil cilindros de baixo atrito
  • Cilindros de deslocamento para menores perdas por atrito
  • Desenho da câmara de combustão compacta
  • Silenciador 2-em-1 inspirado na R6
  • Balanceador acoplado
  • Polias acelerador progressivo para uma aceleração suave
  • Manipulação previsível
  • Quando leve de aço tubular tipo diamante
  • 169 kg de peso total
  • Distribuição de peso praticamente 50/50 dianteiro / traseiro
  • Curta distância entre eixos 1,380 milímetros
  • Braço oscilante inspirado na R1 longo com relação idêntica braço oscilante / distância entre eixos
  • Suspensão dianteira de 41 milímetros com curso 130 milímetros
  • Suspensão traseira leve Monocross dando 125 milímetros de curso
  • Aros leves de alumínio fundido com 10 raios
  • ABS equipado de série
  • Painel de instrumentos multifunções com tacômetro analógico / velocímetro digital
  • Altura do assento com 780 milímetros e banco para piloto e passageiro separados
  • Grampo no guidão com amplo ângulo de viragem de 68 graus
  • Tanque de combustível de 14 litros para uma boa viagem de longo percurso

 

Fonte: http://www.motociclismo.pt  /  http://motorede.com.br

 

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Ficha Técnica Yamaha YZF-R3 2015

Motor
Em linha, dois cilindros refrigeração líquida, 4 tempos, DOHC, 4 válvulas

Cilindradas
321 cc

Diâmetro x curso
68,0 × 44,1 milímetros

Potência Máxima
30,9 kW (42,0 cv) @ 10.750 rpm

Torque Máximo
29,6 Nm (3,0 kg-m) @ 9.000 rpm

Sistema de lubrificação
Lubrificação por pressão, cárter úmido

Sistema de abastecimento de combustível
Injeção de combustível

Tipo de embraiagem
Molhado, discos múltiplos

Sistema de ignição
TCI

Sistema de Partida
Elétrica

Transmissão
Malha constante, de 6 velocidades

Quadro
Diamante

Suspensão dianteira
Forquilha telescópica, Ø 41 milímetros

Curso da roda dianteira
130 milímetros

Suspensão traseira
Swingarm

Curso da roda traseira
125 milímetros

Freio dianteiro
Único disco hidráulico, Ø 298 milímetros

Freio Traseiro
Único disco hidráulico, Ø 220 milímetros

Pneu dianteiro
110 / 70-17M / C 54H (Tubeless)

Pneu traseiro
140 / 70-17M / C 66H (Tubeless)

Peso total (incluindo óleo e gasolina)
169 kg

“Especificações estão sujeitas a alterações sem aviso prévio, de acordo com a regulamentação e legislação nacional”.

 

Equipe: MotociclismoBR

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CB 650F e CBR 650F 2015 são anunciadas pela Honda !!!


img81032-1413465790-v580x435 Honda CB 650F

Versão naked sai a partir de R$ 28.990 enquanto o modelo esporte parte de R$ 30.690

     A Honda acaba de anunciar a chegada da CB 650F e CBR 650F ao mercado brasileiro. A convite da montadora fomos até o Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu, SP, e tivemos a oportunidade de conhecer de perto estas novidades e tirar nossas primeiras conclusões a respeito dos modelos. E antes de tudo já adiantamos que a naked não é a nova Hornet, como muitos especularam após o seu lançamento oficial no Salão de Milão em 2013.

     De acordo com o que disse Marcos Paulo Monteiro, gerente de planejamento de produto da Honda; “A Hornet nasceu uma geração à frente. Ela morreu com honra e agora sai de cena. A Nova CB 650F tem proposta bem diferente”.

     Apesar de carregar a sigla CB, ambos os modelos chegaram para conquistar um público diferente da extinta Hornet. Mesmo tendo um motor de maior cilindrada ela esta um pouco menos potente e compete entre os modelos de 600 cc de quatro cilindros com a faixa de entre 75 e 90 cavalos. Confira o porquê desta conclusão.

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Para quem é a CB 650F e a CBR 650F?
     Apesar de serem duas novidades, a naked CB 650F tem previsão de vender cerca de 80% a mais que a versão CBR 650F, por isso, vamos fazer um comparativo da naked com a antiga Hornet 600. Quando a Honda lançou a CB 600 Hornet, a única da categoria que ultrapassava os 100 cv de potência, ela acabou atingindo um número muito grande de motociclistas que desejavam uma moto nesta categoria e logo se tornou a líder de vendas no segmento. Todos os seus atributos a fizeram a “musa” das 600 cc!

     Entretanto, dentro deste grande número de “horneteiros” existiam poucos que utilizavam 100% o que a moto oferecia. Tanto é que para ela atingir sua potência máxima o propulsor deveria rodar com cerca de 12.000 rpm e torque máximo a 10.500 rpm, ou seja, tinha que andar com motor em altos giros para sentir a máquina e é ai que entra na história a nova CB 650F e a CBR 650F.

     Com propostas totalmente diferentes os lançamentos da Honda continuam com muita agilidade e ciclística, mas estão agora mais mansas e com respostas mais rápidas. O seu motor é novo e foi desenvolvido especialmente para estes modelos, possui 650 cm³ com potência máxima de 87 cavalos a 11.000 rpm e toque máximo de 6,4 kgfm a 8.000 rpm. Entretanto, de acordo com os engenheiros da Honda, quando o motor está com 4 mil giros ela já oferece 80% de seu torque, o que fez muita diferença andando com a moto em baixa.

     Este propulsor possui um funcionamento leve e bem elástico com potência bem distribuída e suave, ao contrário da Hornet, que era muito mais agressiva. Dentro da cidade ela com certeza andará na frente se comparado com a antiga naked de 600 cc, só levando desvantagem na estrada. A partir dos 6.000 rpms do motor é possível sentir um pouco mais a nova CB 650F, quando ela começa a mostrar sua forma menos “mansa”.

     É uma moto para ser a primeira quatro cilindros de quem vem escalando os degraus de cilindrada. Entretanto, vai atender também aquele motociclista que já possui um modelo de mais de 100 cv de potência, porém não utiliza tudo o que a moto pode oferecer. Falamos isto, pois além desta versão ser menos potente, ela esta muito mais ágil e fácil de pilotar, ou seja, quem quiser tirar tudo o que esta moto oferece com certeza vai se divertir bastante!

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Detalhes e novidades na prática
     Quem carrega no nome a sigla CB deve obrigatoriamente ter atributos para fazer parte desta família, que está no mercado há décadas. No caso da CB 650F não é diferente, este modelo possui conceito de desenvolvimento de cor e grafismo baseado nas motos da HRC. Ela está disponível nas cores tricolor (ABS) e preta nas versões (ABS) e (STD). Já a CBR 650F chegou com cores mais sólidas sendo a branca (ABS) e a vermelha (ABS) e (STD).

     Além do belo design encorpado e atraente, as versões CB 650F e CBR 650F também estão com pilotagem muito diferenciada em relação à antiga linha de 600 cc da Honda. Ambos os modelos estão mais fáceis de pilotar e com respostas muito mais rápidas em baixas rotações, eles compartilham além do motor o mesmo chassi, agora em aço, o que fez ganhar cerca de quatro quilos, mas na pilotagem ela parece mais leve, principalmente rodando em baixa. Tudo isso porque o novo propulsor recebeu um aumento de curso nos cilindros que a fez ganhar muito mais torque em baixas e médias rotações.

     O conjunto de suspensão também é novo, na dianteira possui bengalas simples sem opção de ajustes e na traseira um sistema monoshock sem link ligada a sua balança em alumínio, mas com sete regulagens. Este conjunto apesar de mais simples é bastante funcional e para estes modelos supriram bem as expectativas e desempenharam um bom papel. Não é necessário mais do que isso para este novo motor e chassi. Seu sistema de freios compostos por pinças Nissim agradou e se mostrou bastante eficiente, ele possui sistema ABS como opcional ou standard para os que gostam mais de andar nas pistas.

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     Sua ciclística esta bem acertada e a melhora no centro de gravidade fazem os modelos ficarem bem à vontade na mão do piloto. Na pista a sensação foi de que este conjunto de chassi e suspensão aguentaria receber até um motor mais potente, tamanha é a sua agilidade, principalmente nas respostas em curvas.

     Em relação à posição de pilotagem a naked oferece maior conforto para o dia a dia devido ao posicionamento do seu guidão. As pedaleiras da CBR ficam na mesma posição, porém os semiguidões instalados na bengala dianteira deixam o piloto de forma mais inclinada e agressiva como manda os modelos esportivos. Consequentemente ela é menos confortável para o dia a dia, mas na pista é mais divertida graças as suas carenagens que garante melhor aerodinâmica.

     Os dois modelos possuem em comum o painel totalmente digital. Ele é de fácil leitura e possui um belo design com informações de indicação de velocímetro, tacômetro e relógio, medidor gráfico de combustível, hodômetros parcial e total. No entanto, senti falta  do indicador de marcha, item que não consta no painel das motocicletas.

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Conclusão
     A nova linha 650 cc da Honda deixou claro que não tem o objetivo de substituir a antiga linha 600 cc. Seu comportamento é muito diferenciado e possui uma pilotagem mais fácil e sem muitas surpresas. Seus componentes mais simples também fizeram a Honda adotar um preço mais competitivo dentro do mercado. A versão CB 650F custa R$ 28.990 (STD) e R$ 31.190 (ABS) com acréscimo de R$ 500 na versão tricolor. Já a CBR 650F tem o preço sugerido de R$ 30.690 (STD) e R$ 32.890 (ABS).

     Na pista elas provaram que continuam com uma ciclística impecável, prova disso são suas pedaleiras raspando no asfalto tamanho é a facilidade de deitar os modelos. São motos com motores mais tranquilos que despejam a potência de forma linear e possui uma condução muito fácil. Elas chegam como modelos ideais para quem busca uma primeira moto de quatro cilindros que dão conforto e diversão na mesma medida, seja para pequenas viagens, uso diário ou divertidas voltas nas pistas.

     Os dois modelos estarão disponíveis nas concessionárias Honda de todo o Brasil a partir do mês de novembro.

     Em relação a extinta Hornet, tudo indica que a montadora irá refazer a linha e deverá relançar futuramente com um motor um pouco maior, há rumores que seja de 800 cm³.

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Ficha Técnica

CB 650F
Alimentação Sistema de injeção eletrônica (PGM-FI)
Altura do assento (mm) 810
Bateria (V / Ah) 12 / 8,6
Capacidade do tanque (litros) 17,3
Chassi Aço, tipo Diamond
Combustível Gasolina
Diâmetro x curso (mm) 67,0 x 46,0
Dimensões (C x L x A) (mm) 2.110 x 775 x 1.120
Distância entre eixos (mm) 1.450
Distância mínima do solo (mm) 150
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Farol (alto/baixo) (W) 60/55
Freio dianteiro / diâmetro mm A disco / 320 / 2 cálipers
Freio traseiro / diâmetro mm A disco / 240 / 1 cáliper
Ignição Eletrônica
Motor DOHC, quatro cilindros, 4 tempos, arrefecimento a líquido, 649 cc.
Óleo do motor (litros) 3,2
Peso seco (kg) 192 (STD) 194 (ABS)
Pneu dianteiro 120/70 ZR17M/C
Pneu traseiro 180/55 ZR17M/C
Potência máxima (CV/rpm) 87 CV a 11.000 rpm
Relação de compressão 11.4 : 1
Sistema de lubrificação Forçada, por bomba trocoidal
Sistema de partida Elétrica
Suspensão dianteira / curso mm Garfo telescópico / 120
Suspensão traseira / curso mm Mono-Shock / 128
Torque máximo 6,4 kgf.m a 8.000 rpm
Transmissão 6 velocidades

CBR 650F
Mesma configuração com mudanças apenas em:
Dimensões (C x L x A) (mm) 2.110 x 755 x 1.145
Distância mínima do solo (mm) 130
Peso seco (kg) 195 (STD) 197 (ABS)

Fotos: Honda

por: Paulo Souza / Fonte: Moto.com.br

 

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Equipe: MotociclismoBR

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