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Trip Planner – o novo site da Honda !!!


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     A Honda nos Estados Unidos está aproveitando o lançamento da linha 2012 da Gold Wing para apresentar um novo serviço de guia e mapa rodoviário, com rotas e localizador. Trata-se do Trip Planner Beta (www.tripplanner.honda.com), um sistema que funciona pela internet e permite planejar melhor as viagens.

     Segundo a Honda, o sistema foi totalmente projetado para atender às necessidades e trabalhar seguindo a mente do motociclista estradeiro. Depois de definido os pontos de partida e chegadas e os pontos de paradas, o Trip Planner indica um roteiro detalhado, com as direções e informações de nomes de ruas e estradas para se chegar ao destino.

     O sistema da Honda ainda permite escolher ou traçar roteiros Off Road ou rodoviários, salvar um roteiro de viagem e pode funcionar integrado ao GPS portátil (Sistema de Posicionamento Global) e localizador.

     Apesar de toda a interface do site estar em inglês, é possível fazer a programação de viagens fora dos Estados Unidos. A título de experiência, elaboramos pelo sistema uma viagem de São Paulo (SP) a Curitiba (PR), sem paradas, e recebemos um relatório com o itinerário do trajeto e detalhes como distância total 407 km (252,7 milhas) e tempo estimado da viagem de moto (5h).

Fonte:Equipe MOTO.com.br

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Equipe: MotosBR

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Arquivado em HONDA

Dicas Para Quem Vai VIAJAR DE MOTO !!!!


Ao fazer a escolha pelo veículo de duas rodas para sua viajem,  é aconselhável que o condutor mantenha atenção redobrada ao quesito segurança, para a aventura não ser influenciada por qualquer tipo de imprevisto.

O próprio motociclista pode revisar alguns itens da máquina motorizada para se prevenir de eventuais problemas em comandos e manter peças e acessórios em estado adequado.

Verificar a lubrificação da corrente de transmissão,
a condição dos pneus e das rodas,
o nível do óleo do motor,
conferência do sistema elétrico (luzes e baterias),
entre outras, são medidas preventivas e de fácil execução.

Por haver a possibilidade de algum trecho do percurso não contar com assistência técnica, é necessário que a moto esteja em perfeitas condições de dirigibilidade antes de sair de casa. Um item essencial para fazer uma viagem segura é a parte elétrica. Necessita-se observar se todas as luzes (de freio, piscas, lanterna, farol e painel) estão em perfeito funcionamento. Uma luz queimada ou com algum tipo de irregularidade também pode acarretar em multas caso haja uma blitz policial pelo caminho.

A preocupação do piloto precisa ser ainda maior com a situação dos pneus, dos cabos de embreagem, do acelerador e do sistema de freios, que devem estar devidamente regulados e lubrificados. Um detalhe: caso o freio seja hidráulico, deve-se ficar atento para o nível de fluido que, se estiver abaixo do mínimo estipulado, representa vazamento ou desgaste excessivo da pastilha. É indispensável que sejam conferidas diariamente a folga e a lubrificação da corrente de transmissão, em função do risco de danos e acidentes no caso de não estarem de acordo com as especificações da motoca.

O motociclista deve atentar também para a troca de filtro de óleo e a limpeza do filtro de ar para que a lubrificação do motor não fique comprometida. O filtro de óleo deve ser limpo ou substituído a cada seis mil quilômetros, pois além de absorver muitas impurezas pode causar um maior desgaste de anéis e cilindros do motor. Se a peça for de espuma, indica-se que seja lavada com querosene e reaplicado óleo de motor, espremendo para tirar o excesso. Recomenda-se verificar o nível do óleo lubrificante do motor. Realizar o preenchimento até o indicado ou a troca total é fundamental para o bom funcionamento do veículo.

Outra dica: olhar o nível do líquido de arrefecimento, caso a motocicleta seja dotada de radiador. Além de tomar cuidados com todos esses componentes, o condutor precisa estar preparado para qualquer imprevisto na viagem. Por isso, ele deve carregar um kit extra, composto por jogo básico de ferramentas, câmara de ar, lâmpada de farol e da lanterna traseira. Em relação ao vestuário, tanto o motociclista quanto o garupa devem estar atentos às roupas e aos acessórios que serão utilizados ao longo da viagem.

É essencial verificar o prazo de validade do capacete. Esse equipamento deve ser ajustado de forma a não ficar apertado nem folgado. A viseira é outro item que exige cuidado: precisa estar sempre limpa e sem riscos. O usuário pode aplicar um produto do lado externo para impedir o acúmulo de água da chuva. Por dentro, é aconselhável usar um anti-embaçante. Roupas de cor clara, que facilitam a visão de outros motociclistas, principalmente à noite, calças e jaquetas confeccionadas em tecido grosso, couro ou material similar, são indispensáveis, bem como sapatos que protejam o calcanhar ou botas, luvas e capas de chuva.

O usuário deve evitar o excesso de peso da bagagem para não comprometer a segurança. Os pertences podem ser acomodados em uma mochila, presa nas costas do piloto ou do garupa, ou ainda numa bolsa devidamente fixada no bagageiro da motocicleta. É recomendado embalar o conteúdo da bagagem, assim como documentos pessoais e da motocicleta, em sacos plásticos para evitar que molhem em caso de chuva.

Antes de partir para o destino, é de grande valia programar um roteiro de viagem. Conferir se existem postos de combustível e restaurantes no trajeto é uma das ações mais importantes. Ao parar para abastecer, recomenda-se checar o nível do óleo do motor — para evitar eventuais vazamentos, o nível não deve ser ultrapassado — e a calibragem dos pneus. No caso de viagem com garupa, por exemplo, o pneumático traseiro deve receber pressão maior para compensar o peso extra. O motociclista deve prestar atenção à presença de objetos presos, como cacos de vidro e pedras, além de verificar se algum raio da roda está quebrado para que não perfure posteriormente a câmara de ar.

As dicas para uma dirigibilidade mais segura não estão ligadas apenas ao veículo de duas rodas. É necessário também que o condutor faça uma parada a cada 90 minutos para movimentar os músculos. Isso ajuda a evitar os efeitos da fadiga e da ação do vento.

Para assegurar comodidade e melhor rendimento, é aconselhável aquecer-se e fazer exercícios de alongamento nas paradas. Seguindo os procedimentos, os aventureiros terão a garantia de uma ótima viagem, além da chegada tranqüila ao destino traçado.

Fonte: MOTO.com.br

Equipe:motosBR

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BUELL 1125CR Café Racer


A Buell apresentou a  nova integrante de sua linha 2009, a 1125CR Café Racer.

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Desenvolvido pela Rotax, o motor Helicon é bem diferente do Thunderstorm herdado da Harley Sportster, que equipa os outros modelos da marca. Este V2 possui refrigeração líquida, que ajuda controlar melhor a temperatura (nas outras o motor é refrigerado por ar e óleo), e também duplo comando de válvulas no cabeçote ao invés do comando por varetas, partindo do bloco como no motor fabricado pela Harley. A alimentação é feita por injeção eletrônica.

Para eliminar a vibração do V2 Helicon de origem austríaca, aliás a arquitetura com dois cilindros em V é a única semelhança com o propulsor Harley, foram utilizados três eixos balanceiros (contrapesos que giram no sentido oposto ao do virabrequim e ajudam a conter a vibração). A adição deste peso extra não comprometeu o desempenho. O resultado é revelado pela potência máxima de 146 cv a 9.800 rpm e torque de 11,3 kgf.m a 8.000 rpm. Para se ter uma idéia do salto, a Buell Fibebolt, que utiliza o motor americano, desenvolve 103 cv de potência a 6.800 rpm..

“Metade superbike, metade streetfighter. Esta moto é a minha visão de uma Café Racer do século XXI”, afirmou Erik Buell, presidente da empresa que leva seu sobrenome.

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Com peso aproximado de 169 quilos, tanque de combustível para 12 litros, disco de freio dianteiro com cáliper de oito pistões e disponível nas cores vermelho e preto, a máquina de visual arrojado chega às lojas norte-americanas ao preço público sugerido de U$ 11.695, pouco mais de R$ 18 mil. Por aqui podemos aguardar algo em torno dos R$ 52.000,00.

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