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Dicas Para Quem Vai VIAJAR DE MOTO !!!!


Ao fazer a escolha pelo veículo de duas rodas para sua viajem,  é aconselhável que o condutor mantenha atenção redobrada ao quesito segurança, para a aventura não ser influenciada por qualquer tipo de imprevisto.

O próprio motociclista pode revisar alguns itens da máquina motorizada para se prevenir de eventuais problemas em comandos e manter peças e acessórios em estado adequado.

Verificar a lubrificação da corrente de transmissão,
a condição dos pneus e das rodas,
o nível do óleo do motor,
conferência do sistema elétrico (luzes e baterias),
entre outras, são medidas preventivas e de fácil execução.

Por haver a possibilidade de algum trecho do percurso não contar com assistência técnica, é necessário que a moto esteja em perfeitas condições de dirigibilidade antes de sair de casa. Um item essencial para fazer uma viagem segura é a parte elétrica. Necessita-se observar se todas as luzes (de freio, piscas, lanterna, farol e painel) estão em perfeito funcionamento. Uma luz queimada ou com algum tipo de irregularidade também pode acarretar em multas caso haja uma blitz policial pelo caminho.

A preocupação do piloto precisa ser ainda maior com a situação dos pneus, dos cabos de embreagem, do acelerador e do sistema de freios, que devem estar devidamente regulados e lubrificados. Um detalhe: caso o freio seja hidráulico, deve-se ficar atento para o nível de fluido que, se estiver abaixo do mínimo estipulado, representa vazamento ou desgaste excessivo da pastilha. É indispensável que sejam conferidas diariamente a folga e a lubrificação da corrente de transmissão, em função do risco de danos e acidentes no caso de não estarem de acordo com as especificações da motoca.

O motociclista deve atentar também para a troca de filtro de óleo e a limpeza do filtro de ar para que a lubrificação do motor não fique comprometida. O filtro de óleo deve ser limpo ou substituído a cada seis mil quilômetros, pois além de absorver muitas impurezas pode causar um maior desgaste de anéis e cilindros do motor. Se a peça for de espuma, indica-se que seja lavada com querosene e reaplicado óleo de motor, espremendo para tirar o excesso. Recomenda-se verificar o nível do óleo lubrificante do motor. Realizar o preenchimento até o indicado ou a troca total é fundamental para o bom funcionamento do veículo.

Outra dica: olhar o nível do líquido de arrefecimento, caso a motocicleta seja dotada de radiador. Além de tomar cuidados com todos esses componentes, o condutor precisa estar preparado para qualquer imprevisto na viagem. Por isso, ele deve carregar um kit extra, composto por jogo básico de ferramentas, câmara de ar, lâmpada de farol e da lanterna traseira. Em relação ao vestuário, tanto o motociclista quanto o garupa devem estar atentos às roupas e aos acessórios que serão utilizados ao longo da viagem.

É essencial verificar o prazo de validade do capacete. Esse equipamento deve ser ajustado de forma a não ficar apertado nem folgado. A viseira é outro item que exige cuidado: precisa estar sempre limpa e sem riscos. O usuário pode aplicar um produto do lado externo para impedir o acúmulo de água da chuva. Por dentro, é aconselhável usar um anti-embaçante. Roupas de cor clara, que facilitam a visão de outros motociclistas, principalmente à noite, calças e jaquetas confeccionadas em tecido grosso, couro ou material similar, são indispensáveis, bem como sapatos que protejam o calcanhar ou botas, luvas e capas de chuva.

O usuário deve evitar o excesso de peso da bagagem para não comprometer a segurança. Os pertences podem ser acomodados em uma mochila, presa nas costas do piloto ou do garupa, ou ainda numa bolsa devidamente fixada no bagageiro da motocicleta. É recomendado embalar o conteúdo da bagagem, assim como documentos pessoais e da motocicleta, em sacos plásticos para evitar que molhem em caso de chuva.

Antes de partir para o destino, é de grande valia programar um roteiro de viagem. Conferir se existem postos de combustível e restaurantes no trajeto é uma das ações mais importantes. Ao parar para abastecer, recomenda-se checar o nível do óleo do motor — para evitar eventuais vazamentos, o nível não deve ser ultrapassado — e a calibragem dos pneus. No caso de viagem com garupa, por exemplo, o pneumático traseiro deve receber pressão maior para compensar o peso extra. O motociclista deve prestar atenção à presença de objetos presos, como cacos de vidro e pedras, além de verificar se algum raio da roda está quebrado para que não perfure posteriormente a câmara de ar.

As dicas para uma dirigibilidade mais segura não estão ligadas apenas ao veículo de duas rodas. É necessário também que o condutor faça uma parada a cada 90 minutos para movimentar os músculos. Isso ajuda a evitar os efeitos da fadiga e da ação do vento.

Para assegurar comodidade e melhor rendimento, é aconselhável aquecer-se e fazer exercícios de alongamento nas paradas. Seguindo os procedimentos, os aventureiros terão a garantia de uma ótima viagem, além da chegada tranqüila ao destino traçado.

Fonte: MOTO.com.br

Equipe:motosBR

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Artigo – Dicas p/ Comprar uma Moto Usada


Vejamos algumas dicas de cuidados a
observar ao comprarmos uma motocicleta semi-nova.

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Em primeiro lugar, decida quanto dinheiro você vai gastar e então qual moto você irá comprar. Reúna o máximo de informações sobre o modelo desejado em revistas especializadas, internet (sites confiáveis) e em conversas com os amigos / mecânico. Só depois de estar bem informado é que você deve se aventurar a cair nas mãos dos vendedores.
Procurando a moto:
Faça uma pesquisa nos classificados dos jornais/internet, oficinas, lojas e pistas da sua região. Às vezes leva tempo para achar uma moto que nos agrade e ao mesmo tempo caiba no bolso.
Ir ver a moto:
Você precisa comprar a moto pelo melhor preço possível mas, mais do que isso, tem que ter certeza que ela está funcionando perfeitamente. Não se acanhe de agachar em volta da moto procurando algum defeito, faz parte do jogo.
Procure levar a moto para um local onde exista muita luz e evite fazer negócio à noite. Esse é uma ocasião onde duas cabeças pensam melhor que uma. Um amigo ou mecânico pode ajudar a ver coisas que o comprador muitas vezes entusiasmado não enxerga. Resista a tentação de comprar a primeira moto que ver. Ande bastante para ter idéia das opções que você tem.
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O que olhar?
Saber onde procurar por algum defeito na moto é muito importante. Conhecer as particularidades de cada modelo também ajuda. Por exemplo: procurar trincas/soldas no chassi fica muito mais fácil se você sabe onde aquele modelo costuma rachar.
Aqui uma lista de coisas que não podem ser esquecidas:
Pergunte sobre onde era feita a manutenção da moto e se existem registros na oficina. Era uma boa oficina? O dono/mecânico sabe quando terá de fazer, por exemplo, a próxima troca de óleo da suspensão? É uma boa pergunta para ver se ele é cuidadoso com a moto. Itens como pneus, freios, transmissão e outros que demonstram que você terá de gastar dinheiro logo devem ser negociados pois aumentam o custo para você.
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Suspensão:
Verifique vazamentos de óleo dos amortecedores (dianteiros e traseiro) e folgas na balança. Inspecione o cromado do tubo da suspensão dianteira. Não deve ter nenhum risco. Verifique também o alinhamento do garfo (olhando de longe) para verificar se a moto já bateu.
Rodas:
Verifique folga nos rolamentos das rodas tentando move-las para os lados. Girando as rodas veja o empeno, se há amassados e se elas giram livremente. Verifique se há raios soltos ou quebrados.
Freios:
Empurre a moto desligada e acione um dos freios suavemente. A moto deve parar de imediato e tão logo o freio seja solto deve liberar a roda totalmente sem ficar agarrando.
Repita o procedimento com o outro freio e não esqueça de verificar a espessura dos discos e pastilhas. O fluido de freio deve ser transparente com uma coloração levemente azul ou cor de mel caso contrário demonstra falta de cuidado do proprietário com a manutenção. O desgaste dos discos dá uma boa idéia da quilometragem da moto.
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Chassi:
Verifique trincas ou soldas suspeitas. Próximo à caixa de direção, pedaleiras, saída do escape no motor e amortecedor traseiro são os locais mais prováveis. Olhe por baixo do motor se a moto não tem muitos (alguns vai ter) amassados do chassi por bater em pedras. Se a moto tem um protetor, verifique o estado dele para ter uma idéia de como a moto era usada. Levante a frente da moto e cheque o movimento da direção. Não pode estar duro, com calos ou folga.
Plásticos:
A roupa da moto dá um bom indicador do carinho do dono. Mas cuidado pois muitas motos (bem como algumas mulheres) possuem o corpo belíssimo e o interior não tão bem cuidado assim. Olhe por baixo do tanque, banco e pára-lamas.
Veja se a moto era sempre limpa ou se foi limpa somente para vender. Veja como está dentro das sanfonas da suspensão dianteira. Observe se as peças da moto estão descoradas denunciando lavagem com produtos cáusticos e água de alta pressão que danifica borrachas, buchas e rolamentos da moto inteira. Cuidado com adesivos que podem ter sido colados para esconder algum defeito.
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Motor:
Pergunte sobre qual foi a última vez que o motor foi aberto. O que foi trocado? Os parafusos do motor devem ter marcas de chave condizentes com o que diz o proprietário. Procure sentir a compressão do motor batendo o click. Verifique o nível e o estado do óleo do motor e do líquido do radiador para ter uma idéia de como a moto era cuidada. Olhe por baixo procurando por alguma solda ou amassado provocado por pancadas em pedras.
Procure vazamentos nas juntas. Verifique também o estado do escapamento. Nas motos 4T procure algum sinal de óleo queimado na ponteira. Uma sujeira preta seca não é problema mas se estiver com um aspecto molhado pode ser sinal de um motor gasto. Cheque também o filtro de ar. Está limpo? Retirando o filtro passe a mão no duto que leva ao carburador. Se sentir que há sujeira passando para o motor é mau sinal.
Embreagem:
Verifique se as regulagens do cabo da embreagem já estão próximas do fim. Engate primeira, aperte a embreagem e empurre a moto. Não deve ser muito diferente do que em ponto morto. (mas em algumas motos a embreagem segura um pouco) Com a moto ligada, verifique o funcionamento suave e se as marchas e o ponto morto entram fácil.
O teste da moto:
Sentir como se comporta a moto antes de comprar pode ser bastante útil se você está acostumado com o modelo ou pelo menos com alguma moto parecida. Se, por exemplo, você está trocando sua moto nacional por uma importada de pouco vai adiantar dar uma volta.
É inclusive uma tática usada pelos vendedores pois o comprador fica maravilhado com a potência da nova moto e compra por impulso. Quando for sair com a moto que pretende comprar preste bastante atenção na sensação que a moto transmite. Barulhos estranhos? Vibração? E os freios? As marchas? Acelere e sinta como é a resposta do motor.
A embreagem está patinando? Se você é experiente tire as mãos do guidon. A moto deve seguir a sua trajetória sem puxar para os lados. Ao parar a moto depois de ter andando procure por vazamentos.
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Documentação:
Após a moto ter passado por todas as etapas acima você deve examinar a documentação com muito cuidado. Verifique o ano/modelo da moto.
Confira se o número do documento bate com o do chassi e verifique junto ao departamento de trânsito se existe alguma pendência/denúncia em relação a este número. As motos importadas ou as nacionais que nunca foram emplacadas devem ter nota fiscal ORIGINAL e recibos de compra e venda confirmando quem é o verdadeiro dono. Fuja de qualquer coisa enrolada ou que não cheire bem.
Antes de comprar um veículo, certifique-se se ele está em situação legal. Procure o Detran para saber se a placa confere com os números de Renavam e chassi, se há restrições administrativas em relação ao veículo e se há multas registradas para ele. Para isso, procure o setor de Nada Consta.
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Com a vigência do novo código e a instituição da regra dos pontos negativos além do aumento considerável de multas as pessoas se deram conta da gravidade de assinar o CRV em branco.
Nunca venda um veículo sem obrigar o novo proprietário a preencher o CRV e assiná-lo, seja venda para particular ou em concessionária. Assine o seu nome no lugar destinado ao vendedor e reconheça sua firma por autenticidade.
Tire duas cópias e, só então, entregue o documento original ao novo dono. Uma das cópias deve ser levada ao Detran, em até 30 dias a partir da data da negociação, para que seja feita a comunicação de venda.
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Cuidado: se o prazo não for obedecido, o vendedor está sujeito a multa, além de ser responsabilizado com o comprador por infrações cometidas e passível das penalidades impostas.
Cabe ao novo proprietário, também num prazo de 30 dias, realizar a transferência de propriedade. Porém, se ele não o fizer, o ex-dono do veículo, a partir da comunicação de venda, estará isento de qualquer responsabilidade quanto a multas e a pontos negativos.
Olhar uma moto é um trabalho de arqueólogo. Os arranhões, as peças trocadas e as marcas de desgaste dizem muito sobre a vida da moto.
  • O dono cuidava bem dela?
  • Pilotava com cuidado?
  • Fazia gambiarra?
  • O mecânico era bom?
Isso é mais importante que seu estado atual. Uma moto que sempre foi bem cuidada ficará como nova facilmente com pouco trabalho mas uma moto cheia de peças ruins, adaptações e problemas é uma bomba relógio que pode explodir nas suas mãos.
Outra dica muito importante é aliar todos este cuidados supra-citados ao tesão de andar de moto, ou seja, é como a história da química entre pessoas…. quando não dá a “química” a coisa não flui legal, aplique isso a escolha da motocicleta e outros situações da vida, e as coisas tenderão a serem mais positivas, ande e sinta a moto, se não se adaptar logo, procure outra…….
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fonte:http://www.salvamoto.com/

Equipe:MotosBR


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