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Artigo – Dicas para conservar seu equipamento de couro !!!


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     Os equipamentos produzidos a partir do couro proporcionam o máximo desempenho, conforto e segurança durante a pilotagem. Porém, para garantir seu perfeito funcionamento e aumentar sua vida útil, alguns cuidados precisam ser tomados. A alpinestars, consagrada marca de equipamentos de proteção dá algumas dicas de manutenção, confira abaixo!

» Não colocá-los na máquina de lavar;

» Lojas de motocicleta, ou qualquer loja que venda artigos de couro, podem oferecer produtos para limpeza e manutenção do couro macio;

» Após o uso na chuva, remova as proteções e retire o excesso de água com uma toalha.

» Depois da limpeza do equipamento, coloque-o em uma área ventilada e permita que seque naturalmente. Deixe-o secar a sombra e longe de qualquer fonte de calor;

» Sempre armazene seu equipamento em uma área fresca, seca, bem ventilada e longe de umidade;

» O forro removível pode ser lavado em máquina a 30°C sem a adição de qualquer solvente;

» Após a lavagem permita que o forro seque naturalmente a sombra em uma área bem ventilada.

    Fonte: www.staracer.com.br

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Equipe: MotosBR

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ARTIGO – A Obrigatoriedade da Jaqueta com “Airbag” para Motociclistas !!!


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     Encontra-se em trâmite no Senado do Brasil o Projeto de Lei sob º 404/2012 de autoria do Senador Humberto Costa (PT/PE).

     Na justificação para tornar o uso do “airbag” obrigatória, afirma: “Uma invenção recente, porém, certamente tem condições de proteger os motociclistas de lesões graves: o colete “airbag”. Trata-se de um instrumento com características semelhantes as do “airbag” utilizado em automóveis, que pode reduzir em até 75% a ocorrência de lesões e fraturas nos acidentes.

     No interior do colete, há um cartucho de gás CO2, que, acionado automaticamente em caso de forte impacto, libera instantaneamente o gás, que infla a jaqueta, deixando assim protegidas regiões importantes do corpo humano, como cóccix, a coluna vertebral, as laterais, o peito e o pescoço.

     Dessa forma, entendemos ser necessário alterar o Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9503 de 1997) para tornar obrigatório o uso desses coletes por motociclistas, nos mesmos moldes da atual exigência relativa ao capacete. O motociclista deverá, portanto, utilizar esses dois equipamentos de proteção, claramente complementares, o que salvará milhares de vidas.”

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Pelo que se pode notar, o motociclista poderá continuar pilotando de chinelos de dedos e roupas curtas, como bermuda, calção, camiseta!!!!

Seria hilário, senão fosse catastrófico!!!! O projeto ainda prevê a isenção de impostos federais como Imposto de Importação, Imposto sobre Produtos Industrializados, PIS/PASEP e Contribuição pra o Financiamento da Seguridade Social – CFSS.

E equipamentos como jaqueta com proteções, luva, protetor de coluna, capacete, bota????

Pergunto: o que um médico, psiquiatra, que começou a vida política no movimento estudantil na década de 70 entende de motocicleta? Será que já a utilizou? Entende sua dinâmica?

Qual o embasamento técnico científico do nobre Senador, já que é médico, para afirmar que o “AirBag” salvará vidas?

Não se trata de uma invenção recente?

Qual a geração de “Airbag” a ser comercializado no Brasil? 

Porque na Europa não é obrigatório o famigerado “airbag” para motociclista e o sistema de freio ABS o será a partir de 01/01/2016 para todas as motocicletas a partir de 2016?

Estaria o motociclista salvo com o “airbag” usando um capacete de R$ 60,00 (sessenta reais)?

Estaria o motociclista salvo de fraturas dos membros inferiores e superiores usando bermuda e chinelo, mas usando “Airbag”?

Não é difícil imaginar os reais motivos de tal projeto: segurança, fim social ou fim econômico, lucro?!?!

O Projeto de Lei 404/12 é um engodo!

Cheira algo como os “Kits de Primeiros Socorros” que eram de grande relevância, não para o cidadão, mas para quem fornecia ou fabricava.

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     Como motociclista há mais de 20 anos, especialista em trânsito com foco em motocicleta afirmo: o “airbag” para motociclista não vai salvar vidas, mas vai se torna um negócio altamente lucrativo para importadores, já que não existe a fabricação no Brasil.

     Enquanto isso, importante Projeto de Lei sob nº 195/2012 de autoria do Senador Cyro Miranda (PSDB-GO) que torna obrigatório o sistema de freio ABS em todos os veículos automotores, especialmente as motocicletas, de maior e indiscutível relevância está parado nos porões do Senado da República e desde 1997 o CONTRAN não regulamenta o inciso III, do artigo 54 do Código de Trânsito Brasileiro que trata das vestimentas adequadas ao motociclista.

     Depois não entendem as manifestações Brasil a fora!!!

     por André Garcia que é motociclista, advogado especialista em Gestão e Direito de Trânsito, colunista na imprensa especializada de duas rodas, idealizador do Projeto Motociclismo com Segurança que busca aculturar a sociedade em segurança viária por meio de palestras e aulas de pilotagem, laureado com o Prêmio ABRACICLO de Jornalismo em 2008 com matéria de segurança viária.

Fonte: http://www.motonauta.com.br

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Equipe: MotosBR

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The Fries Burger & Co. Riders – Hamburgueria com tema de motoclubes (SP) !!!



A choppeira tem forma de guidão e inclui até os faróis

     A princípio, ter um caixão aberto na porta pode não ser a melhor a melhor forma de se cativar clientes em um restaurante. Entretanto, esse é um dos atrativos do The Fries Burger & Co. Riders. Localizada em um dos endereços mais badalados da capital paulista, a Avenida Brigadeiro Faria Lima, 4.199, a casa é decorada com fotos e peças alusivas ao motociclismo e, principalmente à cultura dos motoclubes.

     O estilo “bruto” desse tipo específico de motociclista está presente desde os bancos em frente ao balcão, feitos na forma de garupa de modelos custom, até as pernas de esqueleto que adornam a escada que leva ao piso superior. Lá, por sua vez o grande destaque na decoração fica por conta da choppeira, que imita um guidão de Harley-Davidson e inclui até os faróis.

clientes do Fries são recepcionados por um caixão com caveira e tudo

     No cardápio, vale ressaltar a batata rústica servida com alecrim em uma garrafa de uísque cortada. Mas, o gerente Antonio Carlos Rocha recomenda também os lanches com hambúrguer de picanha. Segundo ele, sugeridos pelos motociclistas que frequentam a casa. O The Fries Burger & Co. Riders abre de terça à quinta do meio-dia às duas da manhã, de sexta e sábado do meio-dia às três da manhã e aos domingos também abre ao meio-dia e fecha à meia-noite. Vale a pena conferir!

     por Carlos Bazela  – fonte: http://infomoto.blogosfera.uol.com.br/

Serviço:
The Fries Burger & Co. riders
Av. Brigadeiro Faria Lima, 4.199 São Paulo (SP)
Fone: (11) 3842-5952
A página do local no Facebook é esta
aqui

A batata rústica servida com alecrim em garrafa de uísque é uma das atrações do cardápio

Capacetes e uma mini-custom compõem a decoração


Ao fundo, os bancos em frente ao balcão tem forma de garupa de moto

 

Equipe: MotosBR

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4 Dicas que podem ajudar você na hora de encher o tanque !!


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Dica 1:
     Procure encher o tanque sempre pela manhã, o mais cedo possível.
A temperatura do ambiente e do solo é mais baixa pela manhã. Todos os postos de combustíveis têm seus depósitos debaixo da terra. Quando as temperaturas estão mais altas, os combustíveis tendem a expandir-se. Por isso, ao encher em horários quentes (tarde ou noite), o litro de combustível pode não ser exatamente 1 litro.

     Na indústria petrolífera, a gravidade específica e a temperatura do solo tem um papel muito importante. Nesses locais, cada carregamento de caminhão é cuidadosamente controlada no respeito à temperatura, para que cada litro seja exato.

Dica 2:
     Fale para o funcionário não encher o tanque com pressa. Quanto menos pressão no tanque, menos vapor e, consequentemente, maior parte de combustível real no tanque.

      Todas as mangueiras de combustível devolvem o vapor para o depósito. Se encher o tanque com a pistola apertada ao máximo, uma porcentagem do combustível que entra no veículo já vai se transformando em vapor, já contabilizado pela máquina, e volta novamente para o tanque. Você paga por uma coisa que acaba não recebendo.

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Dica 3:
     Não espere ficar na reserva para encher seu tanque. Quanto mais combustível tiver no tanque, menos ar há lá dentro e, consequentemente, menos espaço para se transformar em vapor. O combustível evapora mais rápido do que você pensa. Os grandes reservatórios de refinarias tem tetos flutuantes que se adaptam a quantidade de combustível do tanque. Tudo isso para não deixar espaço para o ar, para ter evaporação mínima.

Dica 4:
     Não encha o tanque em postos que foram reabastecidos recentemente. Se você chegar em um posto e ver que o caminhão está abastecendo os depósitos, ou que tenha acabado de abastecer, evite. Ao reabastecer o depósito, todo combustível do tanque é agitado e o “lixo” do fundo acaba misturando com o restante. Assim, você pode correr o risco de pegar um combustível de má qualidade.

     Esse artigo, escrito por um suposto engenheiro de segurança que trabalha há 31 anos em uma refinaria, está correndo pela internet inteira. São algumas dicas válidas para quem quer economizar dinheiro na hora de abastecer seu veículo.

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Equipe: MotosBR

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Artigo – Cuidar da moto pode salvar sua vida !!!


 

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     Prevenir é melhor do que remediar. Mais do que um provérbio, esta é uma atitude que deve nortear a vida do motociclista. Na pilotagem, prever o que pode ocorrer à frente é preceito básico, mas a manutenção preventiva é uma exigência para qualquer motociclista que deseje cuidar de seu veículo e também de sua integridade física.

     O que pode fazer um cidadão que optou pelo guidão e que nem por isso deseja se tornar um expert em manutenção para evitar problemas? Capacidade de observação e, claro, muito bom senso, é a resposta. Abaixo você encontrará algumas orientações para a tarefa de deixar a sua moto em dia.

twi-pneu-desgaste-moto1-300x225 1) Pneus

       Um bom começo para evitar problemas é aprender a observar os pneus. Veículos de duas rodas dependem de movimento para alcançar equilíbrio, além disso tem área de contato com o solo mínima – equivalente ao tamanho de um cartão de crédito. Isso dá aos pneus brutal importância.

      A rotina de observação diária não alterará o desgaste da banda de rodagem, porém pode detectar anomalias como bolhas, deformações ou o mais comum, simples e muito perigoso pneu murcho.

      Verificar semanalmente a pressão dos pneus assim como respeitar os valores recomendados pela fábrica é fundamental. E tão importante quanto a verificação frequente da pressão dos pneus é treinar o olho para identificar um pneu “murchinho” como aquela laranja que rolou para trás da geladeira há mais de um mês.

      Pneus inflados incorretamente causam evidentes problemas de dirigibilidade: o guidão fica pesado, as respostas às mudanças de direção são estranhas, furos e rasgos ocorrem com mais facilidade e, em casos extremos, o pneu pode sair do aro com imprevisíveis consequências, todas ruins. Se cheio demais, o pneu não “copia” os defeitos da pista, transmitindo irregularidades do solo às mãos de maneira desconfortável e prejudicando a estabilidade do veículo.

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2) Correntes e transmissão

      O hábito de olhar frequentemente os pneus favorece um vizinho importante, o sistema de transmissão. A maioria das motos se vale de corrente para levar a força do motor para a roda traseira. Esse elemento mecânico de ligação precisa de carinho, quase como se fosse um bicho de estimação: lubrificação semanal, ou no mínimo quinzenal, ajuda a alongar a vida útil, não apenas da corrente, mas também de seus parceiros, o pinhão (a engrenagenzinha que você não vê, perto do motor) e a coroa (a engrenagenzona, que você vê, acoplada à roda).

      Corrente seca, sem lubrificação, dura pouco, corrói o pinhão e coroa por atrito e, pior de tudo, está mais sujeita ao rompimento. E se isso acontecer, na melhor das hipóteses a moto simplesmente correrá solta como se estivesse em um eterno ponto morto, até parar. E na pior das hipóteses? A corrente quebrada pode enroscar na roda traseira e travá-la.

     Imagine isso em velocidade, no meio de uma manada de carros, ônibus e caminhões? Ruim demais… E há ainda uma terceira hipótese, péssima: a “chicotada” no motor que a vingativa corrente dá quando se rompe, quebrando o metal da área circunstante ao pinhão.

     Tal estrago poderá inundar de óleo instantaneamente o pneu traseiro e, dependendo da extensão do dano, decretar um gasto grande, ou até mesmo a morte do motor. Perda total…
     Também o clima e o tipo de uso dado à moto influenciam o ritmo de manutenção da transmissão. Em época chuvosa ela deve ocorrer com frequência quase diária, assim como quando se roda em estradas de terra, areia ou, pior ainda, na lama.

     Há lubrificantes específicos para corrente, mas, para quem queira e/ou precise fazer economia, o bom e velho óleo de motor usado servirá, desde que aplicado com parcimônia – de modo a não causar um desastre ecológico em nosso meio ambiente.

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3) Freios

      Outro ponto nevrálgico em termos de manutenção é o sistema de frenagem. Hoje boa parte das motos é equipada com discos de freio ao menos na dianteira e, por conta do funcionamento de freios estar baseado em atrito, desgaste haverá não só nas pastilhas, mas também no disco. A análise visual também é adequada neste caso. Pastilhas de freio não são fáceis de avaliar quanto ao desgaste pois ficam escondidinhas. Mas no disco fica mais aparente. Riscos ou raias profundas são indicadores de vida útil terminal.

     Já as pastilhas em fim de carreira por vezes “entregam“ seu mau estado não apenas via perda de eficiência e a alavanca de freio com curso maior, mas também pelo ruído anormal quando acionamos o freio. Neste caso, mais do que o olhar, é a audição é que ajuda. Mas, atenção, pois quando a superfície de atrito acaba, é o metal da pastilha que entra em contato com metal do disco e… o barulho de ferro com ferro só não é pior que o dano no bolso, já que um disco riscado em excesso deve ser trocado, sem choro nem vela.

      Com relação ao sistema de freio a tambor, além da atenção quanto à eficiência e baixa acentuada da alavanca ou pedal, há que se observar os pequenos indicadores de desgaste que, por meio de uma seta metálica que aponta para uma pequena escala, anunciam quanto de vida útil resta. E vale o mesmo discurso que para o disco: metal em atrito com metal é prejuízo certo. Ou seja, olho (e ouvido) vivo é preciso…

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4) Ruídos e outros ‘sinais’

     Mas não é só de cuidados com pneus, transmissão e freios que é feita uma boa manutenção. A alma de uma motocicleta, ou seja, o motor, é algo que “fala” claramente se as coisas vão bem, mais ou menos, ou mal. A simples perda de potência ou ruídos, fora o natural rugido do escape, não são muito bem-vindos.

     Ruídos mecânicos são naturais em qualquer motor, mas é importante prestar atenção a barulhos que aumentam e variam, intermitentes ou contínuos que sejam. O bom senso também é senhor desta situação e, em caso de um barulho que fica cada vez mais forte, desligar o motor e esperar que esfrie ao menos por 15 minutos pode ser revelador.

     O desaparecimento (ou diminuição) do ruído na sequência não é uma notícia boa, mas apenas a comprovação de que algo não vai bem, e que certamente tem relação com a temperatura de funcionamento. Caso o barulhão ainda esteja lá, igualzinho, aí sim, é melhor não insistir. Desligar o motor e levar a moto ao mecânico é a atitude correta.

     De certo modo esse procedimento de atenção à mudanças também vale para o comportamento de comandos como acelerador, embreagem e câmbio: endureceu, amoleceu, ficou diferente? Qualquer variação merece investigação. Às vezes pode ser uma bobagenzinha, lubrificação e/ou ajuste, mas às vezes é prenúncio de um problema maior.

imagesCA7GS2NK 5) Óleo

     Por incrível que pareça um alto índice de problemas sérios nos motores ocorre pelo desleixo com uma das mais básicas operações: a troca de óleo. Muito esquecem deste “detalhe” não seguindo à risca a indicação do fabricante nem quanto à frequência nem no que diz respeito ao tipo de lubrificante. Pensando bem, óleo é barato se comparado ao potencial estrago que pode causar óleo velho ou em quantidade insuficiente no cárter do motor. Além disso, a varetinha que indica o nível está lá para ser usada, certo?

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6) Bateria

     Outro líquido importante é a água destilada necessária ao bom funcionamento da bateria: controlar o nível é uma operação chatinha, mas fundamental para aumentar a vida útil do componente. Felizmente, boa parte das motos atuais tem baterias do tipo selado, que não exigem manutenção e, neste caso, basta cuidar para que não ocorra um “acidente”: o mais comum é deixar a chave de contato na posição “on” ao estacionar na garagem.

     Outro pecado é abusar da buzina, ou acionar por longo tempo o botão de partida. Se ligar o motor é algo que, de um momento ao outro ficou difícil, é necessário buscar o problema antes de sobrecarregar a bateria e o sistema de partida.

     E o famoso “ligar a moto no tranco”, pode ou não pode? A ação não é nada recomendável mas, em caso de emergência, é necessário ter em mente que, se a bateria efetivamente morreu (nenhuma luz acende no painel, nem fraquinha que seja) não será o tranco que vai ser capaz de “acordar” o motor.

     Outro problema de ligar o motor no tranco é o risco de encharcar o catalisador de combustível, peça cara que deverá ser trocada caso isso aconteça. Outra contra-indicação é a hipótese de ocorrer calço hidráulico, que pode acometer (raramente, é certo) motores dotados de carburador que “vaza” combustível para a câmara de combustão, enchendo-a de líquido. E se isso acontecer, na hora do “tranco” a biela costuma ir para o espaço. Grave…

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7) Combustível

     Por fim, uma última palavra merece o tema “combustível”: rodar com pouca gasolina ou, pior ainda, deixar o motor apagar por pane seca pode ser muito prejudicial ao motor. Por melhor que seja o combustível, sempre existirão resíduos no tanque, partículas de indesejável sujeira que normalmente ficam depositadas no fundo do reservatório.

     O tanque “no osso” torna grande a probabilidade deste lixo ir parar dentro do delicado sistema alimentação, e se isso ocorrer, entupimento parcial gerando falhas no funcionamento é o menor dos problemas. Ruim mesmo será o motor apagar durante uma ultrapassagem. E ainda sobre combustível, outra dica: ao contrário de alguns vinhos, que melhoram com o tempo, a gasolina (assim como o etanol) estraga quando fica velha, criando borras e resíduos danosos ao motor.

     Enfim, a escolha da motocicleta como meio de transporte ou lazer demanda atenção. Livrar-se de congestionamentos, ocupar menor espaço em um mundo cada vez mais carente de lugar, economizar tempo, dinheiro e paciência exige atitude. O cuidado em relação à manutenção, como dissemos, resultará não apenas em economia como também em segurança, nossa e dos demais usuários das vias públicas. E, fora tudo isso, não há senso em gostar de motos e não cuidar bem delas, certo?

Fonte:  Roberto Agresti   –  http://g1.globo.com

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Equipe: MotosBR

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Artigo – Cuidados ao pilotar na chuva !!!


ridinginrain      Andar de motocicleta na chuva não é nada bom, além de ser muito arriscado. O problema é que de tempos em tempos a chuva vem de surpresa e, não havendo como fugir, somos obrigados a prosseguir mesmo molhados. Nestas ocasiões, o melhor mesmo é evitar a chuva, proteger-se dela e lavar bem a moto quando a chuva terminar.

     Circular com chuva é muito perigoso, a condição de pilotagem pode se tornar extremamente ruim. A chuva reduz a visibilidade, causa sensação de desconforto e pode provocar derrapagens. Além disso, a água da chuva pode esconder obstáculos na pista, como buracos ou pedras. Por isso, evite andar de moto na chuva sempre que possível.

  1. Evite a chuva
    • Confira a previsão do tempo e não ande de moto se houver previsão de tempo chuvoso;
    • Programe sua viagem para épocas do ano em que chove menos em seu percurso.
  2. Proteja-se da chuva
    • Se houver possibilidade de chuva, leve  uma boa capa de chuva;
    • Se começar a chover muito forte, encoste a moto e espere até diminuir a intensidade da chuva;
    • Mantenha uma velocidade segura e não abuse nas curvas;
    • Não tente atravessar rios ou enxurradas em que o nível da água ultrapasse a metade do motor, alcance a saída do escapamento ou a entrada do filtro de ar.
  3. Limpe-se após a chuva
    • Quando a chuva terminar, tire a roupa molhada, tome um bom banho e vista roupas secas;
    • Quando parar, ou quando possível, lave bem sua motocicleta para evitar que a sujeira fique impregnada principalmente no motor e no escapamento.

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     Outra dica importante durante viagens é observar os carros que estão vindo em nossa direção, se eles estiverem com o limpador de parabrisa acionado é sinal que está chovendo logo à frente, é o momento certo de parar a motocicleta e vestir a roupa impermeável.

     Com estas dicas os pilotos estarão um pouco mais seguros ao circularem em períodos chuvosos.

Por João Felipe  –  Fonte: http://www.motokando.com

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Equipe: MotosBR

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Artigo – dicas sobre o roubo de motos !!!


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      Ninguém melhor que o ladrão para apontar os pontos vulneráveis que facilitam-lhes a vida. Eles estão sempre à espreita, percebendo os vacilos da vítima e tirando proveito disso.

      As dicas que você lerá abaixo foram postadas no facebook por um ex-dono de oficina que era assediado pelos gatunos, para que comprasse peças oriundas de furtos praticados pela dupla de ladrões que atuavam na cidade de São Paulo.

     “Sou ‘Mexânico’ há anos. Parei um tempo com oficinas e recentemente voltei. Não por muito tempo, espero.

Proibido roubar

      Na primeira fase da minha vida de oficina, conheci cobras e lagartos. É, ladrões de moto frequentam oficinas. Às vezes o dono sabe, às vezes não sabe… mas em ‘boca fechada não entra formiga’.

      Tinham dois caras que apareciam com as próprias motos de vez em quando pra um serviço mecânico. Alemão e Nêgo Boca, dois porcarias, mas que não dava para rejeitar nem tocar para fora, pois lixo ou você recolhe ou não mexe. Se mexer, fede mais.

      Numa de nossas muitas conversas, eles me ‘cantaram’ algumas estratégias para os roubos:

Os primeiros 5 minutos depois que você deixa sua moto num local são os primordiais.
Os ladrões normalmente agem em estacionamentos de motos. Esperam o cara parar e virar de costas. Ai se o cara não volta rápido, dá tempo de agirem. Então o truque é parar a moto e ficar de longe olhando. Se ninguém se aproximar logo, a moto esta tranquila. Ladrão nunca chega numa moto que ele não sabe a que horas chegou ou nem viu quem é o dono.

Ladrão rouba moto fácil.
Se você passar uma corrente, já dificulta. Entre roubar a sua com corrente e a outra sem corrente, eles vão ficar com a mais fácil.

Ladrão não gosta de moto suja.
Certamente você não vai deixar sua moto imunda, mas ladrão odeia roubar moto suja. A maioria desmancha a moto para vender aos pedaços. Ai fica ruim pois suja a mãozinha.

Ladrão não gosta de moto personalizada nem descaracterizada.
O bandido sempre prefere levar as mais comuns, pois se misturam na rua e as peças tem saída rápida. Pinturas, adesivos, personalizações, toques pessoais, tudo isso inibe a ação dos bandidos.

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E hoje com esse monte de alarmes?

Pois é, hoje tem um monte de alarmes, o que dispara a buzina, o que corta a corrente, outro que corta o combustível, só falta um que dê um choque no ladrão. Pois foi nesse momento que eles começaram a roubar de arma em punho e como não são otários, pedem logo o controle do alarme.

Nesse caso os truques são os seguintes.

Tenha sempre dois controles de alarme à mão.
Um que funciona e outro que só faz barulho (facilmente encontrado nos camelôs). Se você for parado e o mandarem descer, entregue o controle de alarme falso, se afaste e ligue para a policia dando a direção da moto.

Sempre pare nos semáforos (sinais) olhando em volta.
Os maiores roubos são nesses locais. Se você vir alguém se aproximando em atitude suspeita, saia do lugar e ande mais para frente. Se o suspeito seguir atrás, é tentativa de roubo. Acelera!!

Nunca pare na cara do sinal.
Os ladrões esperam todos pararem ali. Quando você vir o sinal fechando, pare distante. Eles ficam sem ação.

Dois homens andando juntos de moto no transito é sempre suspeito.
Se encostarem perto, ande para frente.

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** ATENÇÃO ** Ninguem é mais rápido do que uma bala ( projétil). Se resolver acelerar tenha certeza absoluta de que sabe o que está fazendo. É acelerar para fazer os caras ‘comerem poeira’. Caso contrário melhor descer e entregar a moto.

Em tempo: Alemão e Nêgo Boca já foram desta para melhor… ou se houver justiça divina, para bem pior.”

Fonte: http://www.motonline.com.br  –  Texto postado no Facebook por Eugênio Campos e transcrito com a autorização do autor para o site motonline.

lembrando sempre que “Bandido bom é bandido morto”… fato ….

 

 

 

Equipe: MotosBR

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