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História – BIMOTA !!!


 

Massimo Tamburini vivia em Rimini na Itália no começo dos anos 70 e tinha um hobby muito particular que era de construir chassis de moto para pilotos locais que participavam de corridas em sua cidade. Em 1972 Massimo se juntou com Signor Bianchi e Mori para fundarem a BIMOTA MOTORCYCLE COMPANY. (BIMOTA é a união das iniciais dos nomes de seus fundadores)

 

O primeiro modelo da nova fabrica foi a Honda-Bimota HB1, fabricada em 1973, que usava além do motor Honda, a mesma proteção de Cromo-Moblibdenium que protegia o chassis da Honda CB 750 Four, como a suspensão Ceriani, tanque e banco esportivo e os freios Brembo, tudo isso foi adaptado das motos japonesas para a nova moto italiana.
Devido ao fato da Bimota construir suas motos manualmente, a procura era muito superior a demanda, iniciando assim uma grande fila de espera e um preço bem elevado para as máquinas italianas.

 

A Bimota iniciou sua participação em competições em 1973 com Amando Corecca com uma Bimota Paton 500cc. Essa moto tinha 65hp a 10.500rpm, mas não conseguia competir com as MV Agusta, Suzuki ou Yamaha da época. A Bimota começou a ganhar sua reputação mundial apenas em 1975, quando o piloto Johnny Cecotto venceu o Campeonato Mundial de 350cc com uma Bimota-Yamaha e logo no ano seguinte com Walter Villa que conseguiu vencer os Campeonatos Mundiais de 250cc e 350cc com a Bimota-Harley Davidson. Outro atrativo naquele ano foi a nova suspensão mono-shock da Morbidelli que a Bimota usou em sua 250cc.

 

Em 1976, os modelos de ponta já alcançavam os 260Km/h com 64hp e já eram equipados com refrigeração líquida. Também em 1976 a Bimota construiu a Aermacchi-Harley 500cc com refrigeração líquida, duas válvulas por cilindro e tinha 4 carburadores, graças a essas modernidades, conseguia alcançar 90hp. Essa máquina mostrou ser muito rápida mas também muito temperamental.

Com a encomenda de 50 chassis feita pela Suzuki para serem usados na TR 500, a Bimota ganhou muita notoriedade, pois essas motos conseguiam produzir 83hp a 9.000rpm, utilizavam rodas de magnésio, freios Brembo e suspensão Ceriani, seu peso a seco era de 121 Kg, e essas motos foram muito utilizadas pelo Governo Britânico, em sua Guarda Motorizada.

A Bimota começou a se popularizar como moto de rua em 1977 com a KB1 que era impulsionada por um motor Kawasaki de 900cc ou 1000cc DOHC Four.
Nos anos 90, a Bimota j fabricava suas motos com sua própria injeção eletrônica e outros vários componentes próprios para as 500cc tanto de pistas como de rua.
A Bimota é hoje uma das mais prestigiadas motos do mercado, sendo muito valorizada por ser uma moto praticamente produzida à mão, dando muita personalidade a essa brava máquina italiana.

fonte: http://www.motoesporte.com.br

Equipe: MotosBR

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História – BIMOTA !!!


 

Massimo Tamburini vivia em Rimini na Itália no começo dos anos 70 e tinha um hobby muito particular que era de construir chassis de moto para pilotos locais que participavam de corridas em sua cidade. Em 1972 Massimo se juntou com Signor Bianchi e Mori para fundarem a BIMOTA MOTORCYCLE COMPANY. (BIMOTA é a união das iniciais dos nomes de seus fundadores)

 

O primeiro modelo da nova fabrica foi a Honda-Bimota HB1, fabricada em 1973, que usava além do motor Honda, a mesma proteção de Cromo-Moblibdenium que protegia o chassis da Honda CB 750 Four, como a suspensão Ceriani, tanque e banco esportivo e os freios Brembo, tudo isso foi adaptado das motos japonesas para a nova moto italiana.
Devido ao fato da Bimota construir suas motos manualmente, a procura era muito superior a demanda, iniciando assim uma grande fila de espera e um preço bem elevado para as máquinas italianas.

 

A Bimota iniciou sua participação em competições em 1973 com Amando Corecca com uma Bimota Paton 500cc. Essa moto tinha 65hp a 10.500rpm, mas não conseguia competir com as MV Agusta, Suzuki ou Yamaha da época. A Bimota começou a ganhar sua reputação mundial apenas em 1975, quando o piloto Johnny Cecotto venceu o Campeonato Mundial de 350cc com uma Bimota-Yamaha e logo no ano seguinte com Walter Villa que conseguiu vencer os Campeonatos Mundiais de 250cc e 350cc com a Bimota-Harley Davidson. Outro atrativo naquele ano foi a nova suspensão mono-shock da Morbidelli que a Bimota usou em sua 250cc.

 

Em 1976, os modelos de ponta já alcançavam os 260Km/h com 64hp e já eram equipados com refrigeração líquida. Também em 1976 a Bimota construiu a Aermacchi-Harley 500cc com refrigeração líquida, duas válvulas por cilindro e tinha 4 carburadores, graças a essas modernidades, conseguia alcançar 90hp. Essa máquina mostrou ser muito rápida mas também muito temperamental.

Com a encomenda de 50 chassis feita pela Suzuki para serem usados na TR 500, a Bimota ganhou muita notoriedade, pois essas motos conseguiam produzir 83hp a 9.000rpm, utilizavam rodas de magnésio, freios Brembo e suspensão Ceriani, seu peso a seco era de 121 Kg, e essas motos foram muito utilizadas pelo Governo Britânico, em sua Guarda Motorizada.

A Bimota começou a se popularizar como moto de rua em 1977 com a KB1 que era impulsionada por um motor Kawasaki de 900cc ou 1000cc DOHC Four.
Nos anos 90, a Bimota j fabricava suas motos com sua própria injeção eletrônica e outros vários componentes próprios para as 500cc tanto de pistas como de rua.
A Bimota é hoje uma das mais prestigiadas motos do mercado, sendo muito valorizada por ser uma moto praticamente produzida à mão, dando muita personalidade a essa brava máquina italiana.

fonte: http://www.motoesporte.com.br

Equipe: MotosBR

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As DEZ Motocicletas mais caras do Brasil em 2009


O setor TOP de motocicletas no Brasil não representou nem 2% do total de unidades comercializadas em 2009. Juntas, por exemplo, a Ducati e a Harley Davidson, não chegaram a quatro mil modelos vendidos, enquanto que somente a CG Fan 125, campeã de vendas, atingiu mais de 380 mil unidades no mesmo período.

 Entretanto, quando se compara o valor de mercado, onde uma Desmosedici se equivale, em preço, a cerca de 44 modelos populares, é possível entender porque nem só de volume sobrevive o setor, ao menos não o TOP.

 Veja as 10 motocicletas mais caras à venda no Brasil:

 

1) DUCATI DESMOSEDICI 16RR:
R$ 264.006,00 Motor: 1098 cc, 200cv

2) BIMOTA Tesi 3D:
R$ 154.856,00 Motor: 1078cc, 95cv

3) HARLEY-DAVIDSON
Electra Glide Ultra Class.Eagle Flh tcu:

R$ 99.500 Motor: 1584cc

4) BIMOTA DB7:
R$ 98.250,00 Motor: 1100cc, 160cv

 

5) Honda GL 1800 Gold Wing:
R$ 96.777,00 Motor: 1800cc, 118cv

6) BMW K 1300 GT:
R$ 94.950,00 Motor: 1293cc, 160cv
7) BMW K 1200 RT:
R$ 93.010,00 Motor: 1170cc, 110cv

8) MV AGUSTA F4 1078RR 312:
R$ 92.262,00 Motor: 1078 cc, 190cv

9) DUCATI 1098 S:
R$ 90.596,00 Motor: 1099cc, 160cv

10) BIMOTA DB5R:
R$ 88.950,00 Motor: 1078cc, 95cv

Fonte: MOTO.com.br
Equipe: MotosBR

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Bimota DB6 Delírio Borsalino


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Não é a primeira vez que a Bimota e a conhecida marca italiana de chapéus Borsalino, se juntam para criar algo verdadeiramente único e especial.

Em 2007 esta união resultou na criação de uma série especial da DB5, que contava com uma pintura exclusiva em preto e dourado, suspensões Öhlins, travões Brembo e jantes Marchesini também douradas.

Dois anos depois, as duas marcas voltaram a juntar-se, desta vez tendo por base a DB6 Delirio.

 As modificações efectuadas a este modelo não foram tão extensas: um novo esquema de cores creme / verde, e para finalizar vários logótipos da Borsalino.

Apesar de não apresentar grandes novidades em relação ao modelo original, a verdade é que, este esquema de cores acaba por fazer sobressair ainda mais, uma moto que já de si chamava à atenção.

O preço desta edição especial Bimota DB6 Delirio Borsalino não foi revelado.

fonte: motociclismopt

Equipe:motosBR

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Bimota DB7 Oronero


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No Salão de Milão a Bimota apresentou uma DB7 muito especial, a Oronero. Este modelo destaca-se pela utilização massiva de fibra de carbono, o “ouro negro” que dá nome ao modelo, volume ao preço e leveza à estrutura.

Com uma grande parte dos seu elementos realizados neste material, que inclui a zona superior do quadro e sub-quadro, esta Bimota DB7 pesa menos seis quilos que o modelo base, conseguindo atingir os 164 kg.

Tendo uma potência de 164 cv, com a utilização do motor bicilíndrico da Ducati 1098, o modelo apresenta uma relação de peso potência de 1:1.

Além destas qualidades, a DB7 Oronero está equipada com uma elaborada eletrônica que, com uma instrumentação GET, permite monitorizar um sem número de dados da mecânica.

Ainda inclui um sistema de GPS integrado que dá ao piloto a possibilidade de descarregar as trajetórias e velocidades de passagem em cada ponto.
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Mas esta maravilha não é acessível a todos, estando disponível na Itália por 40.000 euros.

No Brasil, a DB7 deve desembarcar no segundo semestre 2009, mas ainda sem preço definido de comercialização, mas o valor deverá ficar na casa dos R$ 180 mil.

Na frente chama a atenção o grupo óptico, com duas lâmpadas sobrepostas e retrovisores que seguem a linha esportiva, com piscas acoplados. Um amortecedor de direção instalado no guidão deixa a pilotagem mais segura e eficiente em altas velocidades. Outro destaque está na rabeta, que tem o sub-quadro confeccionado em fibra de carbono estrutural.

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O tanque de combustível tem capacidade para 16 litros. O peso a seco do modelo, de 164 kg, também agrada e contribui para a agilidade do conjunto.

Boa de curva e ágil nas retas, o modelo causou boa impressão à imprensa especializada pela facilidade de condução. O painel digital conta com computador de bordo para as medições de funcionamento dos principais componentes da parte mecânica, ciclística e elétrica, além de ter boa visualização.

Câmbio de seis velocidades com a transmissão final feita por corrente e escapes 2 em 1, equipados com catalisador, completam o conjunto mecânico. A DB7 usa um quadro em treliça, tradicional da Bimota. Um dos destaques, neste sentido, está na balança traseira, arquitetada com esta mesma tecnologia.

DB7 'Oronero'

As suspensões são totalmente ajustáveis e incorporam alta tecnologia desenvolvida para as pistas de corrida. Na frente o sistema usa um garfo invertido da Marzocchi com tubos de 43 mm de diâmetro e curso de 120 mm. Atrás a suspensão é monochoque também com curso de 120 mm. Os freios são da Brembo, de disco duplo com 320 mm na dianteira, e simples de 230 mm na traseira. As rodas são de liga de alumínio forjado, com 17 polegadas de diâmetro calçadas com pneus Continental Race Attack.

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equipe: motobr

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