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Novas cores para as Honda CB 500F e CBR 500R 2015 !!!


 

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A naked média da Honda agora pode ser adquirida em preto

     A Honda revelou hoje novas cores e grafismos para os modelos 2015 de duas integrantes da família 500. A naked CB 500F agora está disponível também na cor preta com grafismo vermelho. A nova roupagem é inspirada na CB 650F e chega como opção às cores branca e vermelha metálica, que agora estão com os grafismos padronizados.

     Já a esportiva CBR 500R recebeu roupagens mais radicais e condizentes com a sua vocação. A moto, que está disponível agora apenas na versão equipada com freios ABS, pode ser encontrada em preto com grafismos vermelhos e em uma roupagem tricolor (branca, azul e vermelha) mais parecida com o famoso esquema tricolor adotado pelo Team HRC (Honda Racing Corporation).

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Mais radical, a cor preta com grafismos vermelhos é uma das opções para a CBR 500R

     Feitas sobre a mesma plataforma, a CB 5ooF e a CBR  500R partilham também o motor de dois cilindros paralelos de 471 cm³ arrefecido a líquido. O propulsor é capaz de gerar 50 cv de potência máxima a 8.500 rpm, enquanto o torque máximo é de 4,55 kgf.m disponível nos 7.000 giros.

     A naked CB 500F tem preço sugerido de R$ 23.053 na versão standart e R$ 24.625 para a moto com freios ABS. A CBR 500R está disponível em versão única com ABS por R$ 25.673. Os valores têm como base o estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro.

(por Carlos Bazela)

Fonte: http://infomoto.blogosfera.uol.com.br

 

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A roupagem tricolor agora está mais parecido com o esquema de cores do Team HRC

 

por MotosBR

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Barracuda – Nova versão CB 1000R para o Brasil em 2015 !!!


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Vendida como edição limitada na Itália, versão Barracuda tem grafismo e acabamento diferenciados

     No mesmo dia em que anunciou a chegada da família CB 650 ao Brasil, a Honda mostrou em sua conta oficial no Instagram (@hondamotosbr) uma nova versão da CB 1000R, chamada de Barracuda. A legenda da foto descrevia a CB 1000R Barracuda como uma “Extreme Street Fighter com toque italiano”, já que o modelo é inspirado na edição limitada Barracuda vendida, até então, apenas na Itália.

     Como diferencial, a Barracuda “italiana” tinha novo grafismo, rodas diferenciadas, manetes, punhos, espelho retrovisor e setas com acabamento mais nobre, além de vir com o sistema de freios C-ABS de série. Nenhuma modificação mecânica, nem no motor e nem nas suspensões.

     Porém, o modelo mostrado pela Honda no Brasil trazia apenas os grafismos novos e os freios C-ABS de série. As especificações mecânicas também não devem mudar. Tudo indica que a CB 1000R Barracuda seja o modelo top de linha da naked de 1.000cc no Brasil em 2015, enquanto a versão básica deverá ter uma redução no preço para atrair os motociclistas que ficaram “órfãos” da esportividade da CB 600F Hornet, agora aposentada. E aí, o que você achou? Ia comprar uma Hornet e agora vai gastar mais para pegar a CB 1000R? 

Por :Arthur Caldeira
Fonte:http://infomoto.blogosfera.uol.com.br

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Equipe: MotociclismoBR

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CB 650F e CBR 650F 2015 são anunciadas pela Honda !!!


img81032-1413465790-v580x435 Honda CB 650F

Versão naked sai a partir de R$ 28.990 enquanto o modelo esporte parte de R$ 30.690

     A Honda acaba de anunciar a chegada da CB 650F e CBR 650F ao mercado brasileiro. A convite da montadora fomos até o Autódromo Velo Città, em Mogi Guaçu, SP, e tivemos a oportunidade de conhecer de perto estas novidades e tirar nossas primeiras conclusões a respeito dos modelos. E antes de tudo já adiantamos que a naked não é a nova Hornet, como muitos especularam após o seu lançamento oficial no Salão de Milão em 2013.

     De acordo com o que disse Marcos Paulo Monteiro, gerente de planejamento de produto da Honda; “A Hornet nasceu uma geração à frente. Ela morreu com honra e agora sai de cena. A Nova CB 650F tem proposta bem diferente”.

     Apesar de carregar a sigla CB, ambos os modelos chegaram para conquistar um público diferente da extinta Hornet. Mesmo tendo um motor de maior cilindrada ela esta um pouco menos potente e compete entre os modelos de 600 cc de quatro cilindros com a faixa de entre 75 e 90 cavalos. Confira o porquê desta conclusão.

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Para quem é a CB 650F e a CBR 650F?
     Apesar de serem duas novidades, a naked CB 650F tem previsão de vender cerca de 80% a mais que a versão CBR 650F, por isso, vamos fazer um comparativo da naked com a antiga Hornet 600. Quando a Honda lançou a CB 600 Hornet, a única da categoria que ultrapassava os 100 cv de potência, ela acabou atingindo um número muito grande de motociclistas que desejavam uma moto nesta categoria e logo se tornou a líder de vendas no segmento. Todos os seus atributos a fizeram a “musa” das 600 cc!

     Entretanto, dentro deste grande número de “horneteiros” existiam poucos que utilizavam 100% o que a moto oferecia. Tanto é que para ela atingir sua potência máxima o propulsor deveria rodar com cerca de 12.000 rpm e torque máximo a 10.500 rpm, ou seja, tinha que andar com motor em altos giros para sentir a máquina e é ai que entra na história a nova CB 650F e a CBR 650F.

     Com propostas totalmente diferentes os lançamentos da Honda continuam com muita agilidade e ciclística, mas estão agora mais mansas e com respostas mais rápidas. O seu motor é novo e foi desenvolvido especialmente para estes modelos, possui 650 cm³ com potência máxima de 87 cavalos a 11.000 rpm e toque máximo de 6,4 kgfm a 8.000 rpm. Entretanto, de acordo com os engenheiros da Honda, quando o motor está com 4 mil giros ela já oferece 80% de seu torque, o que fez muita diferença andando com a moto em baixa.

     Este propulsor possui um funcionamento leve e bem elástico com potência bem distribuída e suave, ao contrário da Hornet, que era muito mais agressiva. Dentro da cidade ela com certeza andará na frente se comparado com a antiga naked de 600 cc, só levando desvantagem na estrada. A partir dos 6.000 rpms do motor é possível sentir um pouco mais a nova CB 650F, quando ela começa a mostrar sua forma menos “mansa”.

     É uma moto para ser a primeira quatro cilindros de quem vem escalando os degraus de cilindrada. Entretanto, vai atender também aquele motociclista que já possui um modelo de mais de 100 cv de potência, porém não utiliza tudo o que a moto pode oferecer. Falamos isto, pois além desta versão ser menos potente, ela esta muito mais ágil e fácil de pilotar, ou seja, quem quiser tirar tudo o que esta moto oferece com certeza vai se divertir bastante!

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Detalhes e novidades na prática
     Quem carrega no nome a sigla CB deve obrigatoriamente ter atributos para fazer parte desta família, que está no mercado há décadas. No caso da CB 650F não é diferente, este modelo possui conceito de desenvolvimento de cor e grafismo baseado nas motos da HRC. Ela está disponível nas cores tricolor (ABS) e preta nas versões (ABS) e (STD). Já a CBR 650F chegou com cores mais sólidas sendo a branca (ABS) e a vermelha (ABS) e (STD).

     Além do belo design encorpado e atraente, as versões CB 650F e CBR 650F também estão com pilotagem muito diferenciada em relação à antiga linha de 600 cc da Honda. Ambos os modelos estão mais fáceis de pilotar e com respostas muito mais rápidas em baixas rotações, eles compartilham além do motor o mesmo chassi, agora em aço, o que fez ganhar cerca de quatro quilos, mas na pilotagem ela parece mais leve, principalmente rodando em baixa. Tudo isso porque o novo propulsor recebeu um aumento de curso nos cilindros que a fez ganhar muito mais torque em baixas e médias rotações.

     O conjunto de suspensão também é novo, na dianteira possui bengalas simples sem opção de ajustes e na traseira um sistema monoshock sem link ligada a sua balança em alumínio, mas com sete regulagens. Este conjunto apesar de mais simples é bastante funcional e para estes modelos supriram bem as expectativas e desempenharam um bom papel. Não é necessário mais do que isso para este novo motor e chassi. Seu sistema de freios compostos por pinças Nissim agradou e se mostrou bastante eficiente, ele possui sistema ABS como opcional ou standard para os que gostam mais de andar nas pistas.

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     Sua ciclística esta bem acertada e a melhora no centro de gravidade fazem os modelos ficarem bem à vontade na mão do piloto. Na pista a sensação foi de que este conjunto de chassi e suspensão aguentaria receber até um motor mais potente, tamanha é a sua agilidade, principalmente nas respostas em curvas.

     Em relação à posição de pilotagem a naked oferece maior conforto para o dia a dia devido ao posicionamento do seu guidão. As pedaleiras da CBR ficam na mesma posição, porém os semiguidões instalados na bengala dianteira deixam o piloto de forma mais inclinada e agressiva como manda os modelos esportivos. Consequentemente ela é menos confortável para o dia a dia, mas na pista é mais divertida graças as suas carenagens que garante melhor aerodinâmica.

     Os dois modelos possuem em comum o painel totalmente digital. Ele é de fácil leitura e possui um belo design com informações de indicação de velocímetro, tacômetro e relógio, medidor gráfico de combustível, hodômetros parcial e total. No entanto, senti falta  do indicador de marcha, item que não consta no painel das motocicletas.

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Conclusão
     A nova linha 650 cc da Honda deixou claro que não tem o objetivo de substituir a antiga linha 600 cc. Seu comportamento é muito diferenciado e possui uma pilotagem mais fácil e sem muitas surpresas. Seus componentes mais simples também fizeram a Honda adotar um preço mais competitivo dentro do mercado. A versão CB 650F custa R$ 28.990 (STD) e R$ 31.190 (ABS) com acréscimo de R$ 500 na versão tricolor. Já a CBR 650F tem o preço sugerido de R$ 30.690 (STD) e R$ 32.890 (ABS).

     Na pista elas provaram que continuam com uma ciclística impecável, prova disso são suas pedaleiras raspando no asfalto tamanho é a facilidade de deitar os modelos. São motos com motores mais tranquilos que despejam a potência de forma linear e possui uma condução muito fácil. Elas chegam como modelos ideais para quem busca uma primeira moto de quatro cilindros que dão conforto e diversão na mesma medida, seja para pequenas viagens, uso diário ou divertidas voltas nas pistas.

     Os dois modelos estarão disponíveis nas concessionárias Honda de todo o Brasil a partir do mês de novembro.

     Em relação a extinta Hornet, tudo indica que a montadora irá refazer a linha e deverá relançar futuramente com um motor um pouco maior, há rumores que seja de 800 cm³.

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Ficha Técnica

CB 650F
Alimentação Sistema de injeção eletrônica (PGM-FI)
Altura do assento (mm) 810
Bateria (V / Ah) 12 / 8,6
Capacidade do tanque (litros) 17,3
Chassi Aço, tipo Diamond
Combustível Gasolina
Diâmetro x curso (mm) 67,0 x 46,0
Dimensões (C x L x A) (mm) 2.110 x 775 x 1.120
Distância entre eixos (mm) 1.450
Distância mínima do solo (mm) 150
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Farol (alto/baixo) (W) 60/55
Freio dianteiro / diâmetro mm A disco / 320 / 2 cálipers
Freio traseiro / diâmetro mm A disco / 240 / 1 cáliper
Ignição Eletrônica
Motor DOHC, quatro cilindros, 4 tempos, arrefecimento a líquido, 649 cc.
Óleo do motor (litros) 3,2
Peso seco (kg) 192 (STD) 194 (ABS)
Pneu dianteiro 120/70 ZR17M/C
Pneu traseiro 180/55 ZR17M/C
Potência máxima (CV/rpm) 87 CV a 11.000 rpm
Relação de compressão 11.4 : 1
Sistema de lubrificação Forçada, por bomba trocoidal
Sistema de partida Elétrica
Suspensão dianteira / curso mm Garfo telescópico / 120
Suspensão traseira / curso mm Mono-Shock / 128
Torque máximo 6,4 kgf.m a 8.000 rpm
Transmissão 6 velocidades

CBR 650F
Mesma configuração com mudanças apenas em:
Dimensões (C x L x A) (mm) 2.110 x 755 x 1.145
Distância mínima do solo (mm) 130
Peso seco (kg) 195 (STD) 197 (ABS)

Fotos: Honda

por: Paulo Souza / Fonte: Moto.com.br

 

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Equipe: MotociclismoBR

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Honda PCX renovada para 2014 na Europa !!!


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      Campeã nacional de vendas, a caminho do seu terceiro ano de liderança, a Honda PCX 125 vai receber uma atualização para 2014, provando que na marca japonesa não se segue o lema de que “em equipa que ganha não se mexe”. Pelo contrário, e depois de há quase dois anos ter surgido o novo motor eSP, temos agora mais alguns “upgrades”.

     Para além de ligeiros retoques estéticos, temos agora luzes em LED, uma tomada de 12V para carregar aparelhos, relógio, e um melhor consumo de combustível. Segundo a Honda, a nova PCX faz 47,4 km  por litro, isto sem utilizar o sistema Idling Stop, que desliga o motor nas paragens (semáforos, etc). Esta melhoria, combinada com o aumento da capacidade do depósito de combustível para 8 litros (antes era de 5,9 litros), deverá agora permitir autonomias de quase 400 km.

     A PCX em versão 2014 estará à venda em Portugal no início da primavera, por um preço ainda por definir, e a palete de cores anunciadas é variada: branco, negro, cinza metalizado, cinza carbono mate, castanho e vermelho.

     fonte: http://www.motociclismo.pt

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Equipe: MotosBR

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Comparativo – Yamaha Fazer 150 SED x Honda CG 150 Titan ESD !!!


Honda Titan e Yamaha Fazer 150 - Semelhanças e diferenças

     Guerra de Titãs ou melhor, de Fazer e Titan. A Honda está liderando essa categoria há anos e outras marcas já providenciaram seus modelos para enfrentar essa concorrência, tentando lhe fazer frente.

     Mas na verdade pouco afetaram as suas vendas. Agora a Yamaha vem com um produto à altura. Tem qualidades para encarar de frente essa concorrência e vamos ver porque.

Frente a frente, as duas motos se parecem bastante, a Yamaha com linhas um pouco mais agressivas

     Frente a frente, as duas motos se parecem bastante, a Yamaha com linhas um pouco mais agressivas.

     Partindo do estilo, elas trazem muitas semelhanças, as diferenças estão nos detalhes. O formato do tanque é um pouco mais alto na Yamaha e na Honda ele tem um volume maior na parte de baixo, encaixando nas abas laterais.

     Essas têm mais reentrâncias na Yamaha e os dois faróis, trapezoidais, também são semelhantes, mas na Yamaha tem pontas mais agudas, lhe dando um visual mais agressivo. A cobertura dos instrumentos da Yamaha também tem a cor da moto, dando a impressão de uma carenagem maior.

Nas frentes freios a disco em todos os modelos. Mais similaridade do que diferença, os dois são bons

Nas frentes freios a disco em todos os modelos, com pistão simples na Yamaha e duplo na Honda; em ação os dois são bons e seguros em todas as situações.

     O desenho menos anguloso da Honda se apresenta por toda moto, passando uma impressão de mais séria. A cor diferente nas laterais abaixo do banco valorizam o design, que na Yamaha tem marcas em alto e baixo relevo, mas numa peça em preto fosco. Detalhes na fixação da pedaleira do garupa: na Yamaha as pedaleiras do garupa são suportadas por uma estrutura tubular, anexo ao chassi.

     Na Titan essas pedaleiras são suportadas por peças de alumínio, numa construção mais requintada. As rodas em liga leve tem palitos vazados na Honda e sólidos na Yamaha. Nas rabetas, a Yamaha vem com uma alça mais robusta para um garupa ou fixação de bagagem.

As duas na rua se destacam e chamam bastante a atenção

As duas na rua se destacam e chamam bastante a atenção.

     Mas aparência não é tudo. Há que se ter atenção ao desempenho. Então, vamos ao que interessa. A proposta dessas motos é ser uma motocicleta de entrada, que tenha mais facilidade de trafegar em velocidade compatível com as rodovias do que as de cilindrada menor, que mostram essa limitação.

Ajustando a medição para a tomada na roda traseira, a perda típica explica porque a Yamaha anda mais

Ajustando a medição para a roda traseira, a perda típica entre 15% e 20% explica porque a Yamaha anda mais – Valores em cv

     Qual a que anda mais? A Yamaha! Mas porque a ficha técnica mostra maior potência na Honda? – Diferenças de medição! Há um padrão que a Honda usou, que mostra a potência do motor na saída do eixo do motor. Outro padrão que a Yamaha utilizou, mede a potência na roda traseira. Para uma boa comparação, o correto seria fazer a medição das duas motos em um único sistema de medição ou em um único dinamômetro.

     Em teoria, é normal uma perda de 15% a 20% no sistema da transmissão. Então, os 14,2 ou 14,3 da Honda, para uma comparação justa, ficariam sujeitos aos ajustes, para um valor medido na roda, conforme a tabela. Nossa sensação andando nas duas motos, confirma que o valor de potência na roda, ajustado para a Honda, deve estar próximo de 11,5 cv. Alternativamente, a potência da Yamaha, se medido no eixo do virabrequim, deveria estar entre 14,03 e 14,64. (somando-se 15% e 20% aos 12,2 cv respectivamente).

As motos são tão parecidas que o consumo é praticamente igual

As motos são tão parecidas que o consumo é praticamente igual.

     O fator importante na comparação de desempenho não é o valor absoluto da potência. Há uma relação entre o peso total da moto, mais a sua carga, e a potência verificada em cada ponto de rotação, na curva do gráfico de potência.

     O peso em ordem de marcha de cada uma é de 116 kg para a Honda e 119 kg para a Yamaha. Fazendo as contas para a relação peso/potência máxima, considerando para a Honda o valor estimado de 11,5 cv na roda, temos  9,75 kg para cada cavalo do motor da Yamaha levar e 10,08 kg para o motor da Honda. Diferença pouca, mas fácil de se perceber.

Pequenas diferenças fazem da Honda CG 150 Titan mais confortável

Pequenas diferenças fazem da Honda CG 150 Titan mais confortável

     Em termos da ciclística as aparências não enganam. Os traços mais angulosos e esportivos da Yamaha se apresentam também na dirigibilidade. E os números confirmam isso. A Yamaha é mais rápida na ciclística e o piloto sofre um pouco mais no conforto, notadamente por causa do banco que é mais duro.  

     A resposta do chassi ao suportar as demandas da suspensão comprova a boa escolha dos fabricantes das duas motos. A Honda, mais macia, absorve com maestria as irregularidades do terreno, até o limite, sem interferências de qualquer natureza. A Yamaha é mais rápida na geometria, tem inclinação do rake menor e também a medida do trail, apesar de um pouco mais longa.

     Demanda mais do chassi e este de estrutura tubular, também suporta bem as exigências que o motor e a suspensão lhe passa. O limite também é bastante bom para o sistema, que resulta em uma tocada mais esportiva e por esse motivo, também um pouco menos confortável.

 A Yamaha Fazer 150 ficou mais rápida nas manobras, mas menos confortável. Apesar de um pouco mais baixa, a posição de conduzir é praticamente a mesma

A Yamaha Fazer 150 ficou mais rápida nas manobras, mas menos confortável. Apesar de um pouco mais baixa, a posição de conduzir é praticamente a mesma

Veja o vídeo oficial das Honda CG 150 Titan.

Veja o vídeo oficial do lançamento das Yamaha Fazer 150.

     Muito parecidas as duas motos, fica difícil determinar qual a melhor. Depende de cada um, que terá além da opção da marca, pequenas diferenças em termos de conforto e esportividade. A Honda para o lado do conforto e a Yamaha para o lado da esportividade. Mas além disso vale a mínima diferença de preço ou a preferência do consumidor, mas gosto não se discute.

     Fonte: http://www.motonline.com.br

 

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Honda Valkyrie 2014 … o regresso de um ícone !!!


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     A Honda apresentou no mercado americano a nova big custom Valkyrie, modelo que chega com nome conhecido, mas diferente da motocicleta lançada há 18 anos pela marca japonesa. “Um ícone do motociclismo regressa em nova forma. A Valkyrie está de volta, não para celebrar o passado, mas voltada para o futuro”, disse Bill Savino, gerente de imprensa da Honda em sua apresentação.

     O modelo tem certa inspiração na Gold Wing, tanto que utiliza o mesmo propulsor de 6 cilindros e 1.832cc da touring. Apesar de o conjunto ótico frontal ser completamente novo, o visual, sobretudo as laterais, tem alguma semelhança com a Gold Wing. Claro, sem malas laterais, bolha de proteção, encosto do garupa, dentre outros itens peculiares da moto de turismo que, inclusive, deixaram a Valkyrie (340 kg) em torno de 60 kg mais leve.

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     Vale mencionar também os faróis, lanternas traseiras e piscas de LED e a opção com sistema ABS. O modelo chegará às revendas americanas em abril de 2014 nas cores preto, vermelho e azul. O preço ainda não foi definido pela marca.

Fonte: http://www.revistaduasrodas.com.br

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Honda apresenta a CB1100 EX – uma clássica com toques de modernidade !!!


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CB1100 EX

     Muitas foram as novidades apresentadas no Salão de Milão – EICMA, um dos destaques da Honda ficou para  a CB1100 EX, uma versão especial desta naked clássica.

     Esta EX é a CB1100 que os fãs pediam desde que a Honda anunciou que iria comercializar este modelo. E porque dizemos isto? Principalmente derivado das modificações realizadas na estética da CB1100 EX, com uma aparência muito mais de acordo com os padrões das motos clássicas dos anos 60 e 70 do século passado.

     Para começar, as rodas de liga leve foram “esquecidas”, e substituídas por umas esbeltas rodas raiadas. Estas rodas são fabricadas em alumínio e contam com um acabamento especial “Alumite” – uma forma de anodização -, e a Honda garante que não foi fácil encontrar a rigidez certa, tendo em conta a opinião dos utilizadores da atual CB1100, mas a tarefa foi concluída com sucesso!

 

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     Ainda na estética, e apelando para às emoções, algo que de certa forma está em falta na básica CB1100, encontramos na EX um novo sistema de escape com duas ponteiras, uma em cada lado da moto, ao invés de uma única como acontecia até agora.

     Cada ponteira foi encurtada em 40 mm, e as câmaras interiores foram desenhadas para que o som emitido seja mais interessante. Também os coletores de escape contam com duas camadas de aço cromado, para que não sofram de descoloração derivado do calor do motor.

     Em relação ao motor, e apesar da performance não ser alterada ao nível de binário ou potência em relação ao que conhecíamos, a Honda trabalhou o sistema de injeção PGM-Fi e, em conjunto com a nova transmissão de seis velocidades, a CB1100 EX anuncia um consumo menor.

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     Outras modificações que a Honda preparou para esta novidade são um tanque de combustível com capacidade para 17,5 litros, um novo posicionamento da ótica frontal, agora mais elevada em relação ao para-lamas, e um novo banco.

     Já a básica CB1100 recebe um novo painel de instrumentos (também utilizado na EX) com indicador de marcha engatada, indicação da autonomia, uma pintura “Graphite Black” e novos piscas, além de também contar com novo câmbio de seis velocidades.

      Por sua vez o sistema de escape, o banco, e o tanque de combustível, além das rodas de liga leve, permanecem intocados para 2014.

     Fonte: http://www.motociclismo.pt/

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CB1100

 

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