Kawasaki ZX-6R


POST 200

A Kawasaki ZX-6R chega este ano ao mercado com alterações profundas, que se notam mal olhamos para ela, com uma imagem muito diferente e que a coloca muito próximo da irmã de maior cilindrada, a ZX-10R.

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Na verdade, com menos volume e com todos os elementos melhor integrados, como é o caso do sistema de escape de um só silenciador, a ZX-6R acaba por ser mais agradável esteticamente.

As alterações mecânicas foram introduzidas tanto ao nível do motor como da ciclística. Se esta já era uma moto bastante eficaz numa utilização desportiva, os engenheiros da marca procuraram agora melhorá-la um pouco e, acima de tudo, torná-la mais fácil de explorar por todos os utilizadores.

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No desenvolvimento do motor que equipa a nova ZX-6R a Kawasaki procurou, mais que prestações puras, conseguir que fosse mais fácil e eficaz de utilizar, com uma controle mais preciso e suave. Na prática, o motor ganhou uma resposta mais forte a médios regimes, com todas as alterações operadas.

Ao nível da ciclística os objetivos foram os mesmos, conseguir dar ao utilizador um tato que lhe transmita confiança para poder explorar todo o potencial da ZX-6R.

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Para tal tudo passou por um processo de reequilíbrio, com um grande cuidado na centralização de massas. Esta orientação procurou uma maior maneabilidade e também uma estabilidade reforçada em travagem, de forma a tornar mais precisa a entrada em curva.

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Nas suspensões a grande novidade é, sem dúvida, a forquilha, que é a nova unidade BPF (Big Piston Fork) da Showa. Esta forquilha tem a sua construção interna profundamente alterada, passando a zona da válvula hidráulica para cima e a mola para baixo, no interior de cada unidade. Esta nova forquilha elimina muitos dos componentes de uma forquilha com cartucho, tendo por isso uma construção muito mais simples.

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Sentarmo-nos na ZX-6R é suficiente para perceber o quanto mudou a sua ergonomia. A posição é agora mais confortável e natural que a antiga, com a distância a que o assento fica dos avanços muito mais curta. Nesta estamos mais sobre o trem dianteiro, dando-nos uma sensação de maior controlo.

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O motor tem uma resposta redonda quanto baste, não é muito cheio mas é suficiente para quando se quer rolar sem pressas. Sobe sem dificuldades até às 8000 rpm, mas é aqui nasce para a vida, ganha uma nova alma e passa a empurrar francamente melhor. É acima deste regime que se tem de manter a agulha do conta-rotações se queremos tirar todo o partido das capacidades desportivas da ZX-6R.

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Ao nível da ciclística os objectivos foram os mesmos, conseguir dar ao utilizador um tacto que lhe transmita confiança para poder explorar todo o potencial da ZX-6R. Para tal tudo passou por um processo de reequilíbrio, com um grande cuidado na centralização de massas. Esta orientação procurou uma maior maneabilidade e também uma estabilidade reforçada em travagem, de forma a tornar mais precisa a entrada em curva.

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Nas suspensões a grande novidade é, sem dúvida, a forquilha, que é a nova unidade BPF (Big Piston Fork) da Showa. Esta forquilha tem a sua construção interna profundamente alterada, passando a zona da válvula hidráulica para cima e a mola para baixo, no interior de cada unidade. Esta nova forquilha elimina muitos dos componentes de uma forquilha com cartucho, tendo por isso uma construção muito mais simples.

Sentarmo-nos na ZX-6R é suficiente para perceber o quanto mudou a sua ergonomia. A posição é agora mais confortável e natural que a antiga, com a distância a que o assento fica dos avanços muito mais curta. Nesta estamos mais sobre o trem dianteiro, dando-nos uma sensação de maior controle.

O motor tem uma resposta redonda quanto baste, não é muito cheio mas é suficiente para quando se quer rolar sem pressas. Sobe sem dificuldades até às 8000 rpm, mas é aqui nasce para a vida, ganha uma nova alma e passa a empurrar francamente melhor. É acima deste regime que se tem de manter a agulha do conta-rotações se queremos tirar todo o partido das capacidades desportivas da ZX-6R.


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Para uma utilização em estrada o motor desta 600 melhorou, mas continua a ter de ser espicaçado se quisermos realmente avançar no “terreno”. As reacções desta desportiva estão agora muito mais fáceis de controlar e prever.

A frente é rápida a entrar em curva e ao mesmo tempo que é ágil e incisiva, tem também uma elevada neutralidade e deixa-se ir sem dificuldades. Saiba tudo sobre ela na MOTOCICLISMO de Março, que inclui o contacto com a Zx-6R e o comparativo com as restantes supesport.

Para uma utilização em estrada o motor desta 600 melhorou, mas continua a ter de ser espicaçado se quisermos realmente avançar no “terreno”. As reações desta desportiva estão agora muito mais fáceis de controlar e prever.
A frente é rápida a entrar em curva e ao mesmo tempo que é ágil e incisiva, tem também uma elevada neutralidade e deixa-se ir sem dificuldades.

Fonte:Texto: MotociclismoPT

Equipe:MotosBR

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3 comentários sobre “Kawasaki ZX-6R

  1. ola,comprei uma 2010 em novembro e a moto é simplesmente um show,tem um torque muito bom e agiu nas curvas,preta inteira,sem rabeta e xenom.chama a atençao onde passa.abrç.

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