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Promoção Kasinski na linha Comet 250/650 !!!



     Promoção válida para os modelos COMET GT650/ GT650R / GT250 / GT250R com financiamento através do Banco Bradesco ou Itaú, válida até 30/07/2012.

- Comet GT650

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- Valor promocional à vista R$ 20.990,00
- Valor da entrada com 30% – Total do valor da entrada: R$ 6.297,00 + 24 parcelas de R$ 615,00

- Comet GT650R

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- Valor promocional à vista R$ 25.300,00
- Valor da entrada com 30% – Total do valor da entrada: R$ 7590,00 + 24 parcelas de R$ 741,00 .

- Comet GT250R

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- Valor promocional à vista R$ 14.990,00
- Valor da entrada com 30% – Total do valor da entrada: R$ 4.497,00 + 24 parcelas de R$ 439,00. cor sólida

- Comet GT250

GT250

- Valor promocional à vista R$ 10.990,00
- Valor da entrada com 30% – Total do valor da entrada: R$ 3.297,00 + 24 parcelas de R$ 322,00

- Não incluso frete e documentação (IPVA, DPVAT, Licenciamento e Emplacamento).

- Consulte as condições sobre o seguro desemprego conosco sak@kasinski.com.br

 

Equipe: MotosBR

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Kasinski Comet GT 650 – A naked mais acessível da categoria !!!


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     O mercado brasileiro de motos nunca ofereceu tantas opções para o consumidor. Isso se explica pelo fato de o Brasil figurar atualmente entre os cinco maiores produtores mundiais de motocicletas, com uma frota de mais de 17 milhões de motocicletas – média de uma para cada 11,5 habitantes – e cadeia produtiva empregando diretamente cerca de 140 mil pessoas na indústria de todo o país.

     Com esse boom vieram as opções. E com estas opções, que vão de motocicletas da BMW e MV Agusta, até Honda, Yamaha, Dafra e Kasinski, apareceu a Comet GT650. Apresentada no fim do ano passado, durante o Salão Duas Rodas 2011, essa naked de 650 cm³ é a moto mais acessível (R$ 20.990) do segmento de nakeds de 600cc e aparece como mais uma opção para o motociclista que deseja dar um upgrade à sua rotina.

     Para isso, a Kasinski optou por manter o motor de dois cilindros em “V”, que equipa sua irmã carenada, a Comet GT650R. Além de diferenciá-la, fazem dessa naked uma alternativa as motos de quatro e dois cilindros em linha. Já no conjunto nenhuma surpresa. Suspensões eficientes, desempenho condizente com sua proposta e um design agressivo, tudo para conseguir um espaço neste concorrido nicho das nakeds de média cilindrada.

 

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Única com V2
     Para reduzir gastos e aproveitar os componentes que já “têm em casa”, a Kasinski preferiu equipar a Comet GT650 com o mesmo motor de dois cilindros em “V” que já movem a esportiva Comet GT650R e a custom Mirage 650. O problema é que os engenheiros da marca tiveram que alterar a faixa útil do propulsor, deixando esta naked “manca” em rotações mais baixas.

     Como o motor é o mesmo e a tocada precisava ser diferente, a potência máxima (89,6 cv) só aparece aos 9.250 rpm e o torque máximo (6,9 kgf.m) nos 7.250 rpm. Isso complica um pouco a vida do motociclista urbano — público alvo desta moto —, que precisa trocar de marcha o tempo todo.

     Por outro lado, quando chega às rodovias o motor apresenta uma dinâmica interessante. O condutor consegue trabalhar em todas as faixas do propulsor e, se não fosse o vento, viajaria aos 150 km/h sem se cansar. Por conta dessa característica, o consumo da GT650 variou bem entre o trânsito urbano e o trânsito viário. Alimentada por injeção eletrônica, essa naked chegou a fazer 16,9 km/l na estrada e baixou para 14,5 km/l na cidade.

 

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Ciclística acertada
     Se a motorização desta Kasinski deixou um pouco a desejar na cidade, na ciclística acertou em cheio. Todo o conjunto funciona alinhado com a proposta urbana desta moto. Os potentes discos duplos dianteiros (pinças duplas com quatro pistões) aliados ao disco simples traseiro deixam o piloto tranquilo nas frenagens. A Kasinski não divulga diâmetro dos discos, nem o curso das suspensões.

     Aliás, as suspensões trabalham com maestria. Na dianteira, o garfo invertido tem ajuste. E na traseira a balança monochoque também é ajustável. Mesmo com o asfalto bem irregular, a GT650 mostrou estar preparada para a rotina diária de qualquer trabalhador. Ponto negativo é o esterço desta naked. O ângulo de esterço não privilegia a troca rápida de direção e dificulta manobras em pequenos espaços.

     Outro item que também contribui para a tocada e garante aderência, principalmente nas curvas, são os pneus. Os Metzeler Sportec M3 montados nas rodas de 17 polegadas contribuem para essa naked deitar nas curvas e transpor os buracos da cidade. Não é uma esportiva, mas contorna um trajeto sinuoso sem fazer feio.

 

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Visual agressivo e ergonomia
     Outra característica que diferencia a Comet GT650 é seu visual agressivo. Equipada com um conjunto óptico trapezoidal, o modelo vem com decoração bicolor no banco da garupa. Detalhe que também foge dos padrões do segmento. O banco bi-partido remete às motos racing e realmente dá um ar mais esportivo a essa Kasinski. Entretanto, o conforto fica comprometido. O encaixe das pernas é um ponto positivo, mas a garupa sofre com esse tipo de assento.

     Um ponto que poderia ser revisto é o acabamento. Muitos cabos aparentes e soldas grosseiras no quadro tubular atrapalham um pouco o visual dessa naked. Mas nada comprometedor. Na maioria dos lugares que estacionei, a Comet GT650 atraiu a curiosidade de outros motociclistas. Poucos a conhecem e rapidamente nota-se o desejo dos consumidores que, em sua maioria, tem uma moto de baixa cilindrada (125cc até 250cc) e vêem nessa Kasinski uma alternativa para o mundo das motocicletas mais potentes.

 

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     Por fim, o painel é completo, mescla informações analógicas e digitais e ainda conta com três níveis de iluminação, o que facilita a visualização tanto durante o dia como mais para a noite. A Kasinski GT650 é comercializada nas cores preta e vermelha pelo prelo sugerido de R$ 20.990.

     Depois de avaliá-la, ainda ficou uma dúvida: o preço mais acessível cobrado pela Kasinski faz da Comet 650GT uma opção interessante? Acredito que sim. Primeiro pelo fato do mercado brasileiro oferecer hoje opções para todos os motociclistas e deixar que eles escolham o melhor — o que por si só já é um ponto positivo. Segundo, pela Kasinski apostar e lançar uma moto mais barata que suas concorrentes e que permite à maioria dos motociclistas ingressarem em um segmento que talvez, sem a GT650, eles não conseguissem. Conjunto honesto e preço justo, esses são os trunfos dessa naked.

 

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Ficha Técnica
Kasinski Comet GT 650
Motor DOHC, 4 tempos, 8 válvulas, 2 cilindros em “V”
Refrigeração Arrefecimento a água
Capacidade 647 cm³
Alimentação Injeção eletrônica
Potência máxima 89,6 cv / 9.250 rpm
Torque máximo 6,9 kgf.m a 7.250 rpm
Lubrificação Bomba de óleo
Câmbio 6 velocidades
Transmissão final Corrente
Partida Elétrica
Embreagem Multidiscos banhados em óleo
Comprimento total 2.095 mm
Largura total 785 mm
Altura total 1.125 mm
Distância entre eixos 1.445 mm
Distância livre do solo 185 mm
Peso a seco 193 kg
Altura assento 835 mm
Roda Liga leve
Freio dianteiro Hidráulico a disco (duplo)
Freio traseiro Hidráulico a disco
Pneu dianteiro 120/70 – 17
Pneu traseiro 160/60 – 17
Suspensão dianteira Telescópica invertida (U.D.F.) – Ajuste de amortecimento
Suspensão traseira Balança monochoque ajustável
Cores Preto e vermelho
Preço sugerido ao consumidor R$ 20.990,00

Por: André Jordão

Fotos: Doni Castilho

Fonte: Agência Infomoto / http://www.moto.com.br

 

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Equipe: MotosBR

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Kasinski no Carnaval 2012 – Motos na Sapucaí !!!


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Concurso Cultural no Facebook

    A Kasinski é uma das patrocinadoras do Carnaval carioca de 2012. A fabricante sino-brasileira de motocicletas apóia o samba-enredo “Eu Acredito em Você! E você?”, que tem como foco falar sobre o incrível poder do povo brasileiro de superar as adversidades da vida. Segundo o carnavalesco da Escola de Samba Grande Rio, Cahê Rodrigues, “o enredo nasceu dentro dos 26 dias de reconstrução que tivemos dentro do barracão, logo depois do incêndio que destruiu nosso carnaval em janeiro de 2011. O fogo levou 26 minutos para destruir o barracão e nós levamos exatamente 26 dias para reconstruir o carnaval. Convivendo diariamente com este sentimento de ter que se superar, de contar com a colaboração e a união dos funcionários e dos voluntários, nasceu a idéia de se falar de histórias e exemplos de superação para o próximo carnaval”, conta o carnavalesco.

    Alguns exemplos de superação já foram convidados e confirmaram a participação no desfile da Grande Rio em 2012, como foi o caso do lutador de MMA Rodrigo ‘Minotauro’ e o atleta paraolímpico Clodoaldo Silva. Muitos outros brasileiros que serviram como demonstração de superação também farão parte do desfile de 2012. Utilizando a música como meio de superação, o cantor de toadas David Assayag, que participa do famoso festival de Parintins, também confirmou sua participação no desfile.

A Grande Rio será a última escola de samba a desfilar no dia 20 de fevereiro, segunda-feira.

Kasinski Comet 150

     O último carro alegórico da Grande Rio trará os brasileiros que mais se destacaram em 2012. E para “puxar” este carro de destaque estarão oito motos Kasinski modelo Comet 150. Será uma homenagem aos milhares de profissionais que trabalham horas a fio no trânsito das grandes cidades e se superam dia após dia. A moto é um dos ícones do crescimento da marca Kasinski no Brasil. Em 2011 a fabricante sino-brasileira registrou um crescimento de 246% se comparado a 2010 e confirma o titulo de “a empresa de motos que mais cresce no Brasil”

 

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Ação

     A Kasinski focou as ações de marketing do Carnaval em relacionamento com o mercado e a imprensa. No camarote da Grande Rio será colocada uma moto personalizada especialmente para o Carnaval 2012, com o tema da escola, onde os convidados poderão subir e tirar fotos que serão divulgadas on line nas redes sociais.

     Muito valorizado pela Kasinski, o público das redes sociais também poderá participar, uma semana antes do Carnaval, de uma promoção exclusiva pela página da Kasinski no Facebook (http://www.facebook.com/kasinskibrasil) com distribuição de convites para o camarote da escola de samba Grande Rio, na Sapucaí (RJ).

fonte: marketing Kasinski

 

Equipe: MotosBR

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Nova GT 650 naked : a nova aposta da kasinski para 2012 !!!


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      A Kasinski irá apresentar uma nova moto, a GT 650 naked , o modelo é a mesma Hyosung GT 650 com um novo conjunto ótico na Coreia. Aqui no Brasil, a moto receberá a marca “Kasinski” no tanque e seu principal diferencial será um preço muito atraente: R$ 19.990,00. Com este preço, a Kasinski passa a ser única fabricante a oferecer um bom produto por um preço intermediário entre uma moto de baixa cilindrada e uma de média cilindrada para cima.

 

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     Com este lançamento, a Kasinski GT 650 se apresenta como a melhor opção para quem procura uma moto maior, de desempenho superior e que ofereça mais conforto, principalmente para viagens. Para quem sai de uma Kasinski GT 250, cujo preço é R$ 9.990,00, o “pulo” ainda é alto, exatamento o dobro do preço, mas mais baixo do que na concorrência.

     Aliás, a Kasinski não visa só prover uma boa opção intermediária para os seus clientes, pois, na verdade, seu produto “top de linha” está abaixo da faixa de R$ 30.000,00. O que a marca realmente almeja é amealhar clientes das marcas líderes, que poderão ter na GT 650 a possibilidade de ter uma moto bem mais encorpada e possante, sem ter que desembolsar tanto dinheiro quanto seria necessária para manter fidelidade com sua marca atual. É a migração de marca que mais almeja a Kasinski, e pensa muito bem assim!

 

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     Este novo modelo conta com um chassi e uma mecânica já conhecidos, os mesmos da atual Kasinski Comet GT-R 650. Na verdade, é a mesma moto, mas sem carenagem e com um conjunto ótico frontal novo com lâmpadas auxiliares e painel de instrumentos embutido. O motor desenvolve uma potência máxima de 89,6 CV a 9.250 rpm e torque máximo de 6,9 Kgfm a 7.250 rpm, números superiores aos da Kawasaki ER6-N e Suzuki Bandit 650. Outro grande destaque “herdado” de sua “irmã” esportiva é o freio dianteiro equipado com dois discos.

 

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     A nova Kasinski GT 650 será comercializada com duas opções de cores: preta e vermelha. O lançamento oficial deverá ocorrer em outubro, durante a realiazação do Salão Duas Rodas. É bem possível também que a GT 250 possa ganhar este mesmo tipo de frontal, haja vista que o modelo Comet 150 já emprega um farol de formas bem parecidadas. Tal renovação seria bem vinda, uma vez que o modelo 250 ficaria bem mais moderno para enfrentar a Yamaha Fazer e a Honda CB 300R.

fonte: http://sobremotos.solupress.com

foto retiradas de anúncio no site do Mercado Livre

 

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Ficha Técnica:
Comprimento 2.095 mm
Largura 700 mm
Altura 1.135 mm
Distância entre eixos 1.445 mm
Distância livre do solo 165 mm
Peso a seco 198 kg
Altura assento 835 mm
Motor DOHC, 4 tempos, 8 válvulas, 2 cilindros em “V”
Refrigeração Arrefecimento a água
Capacidade volumétrica 647 cm³
Diâmetro do cilindro 81,5 mm
Curso do cilindro 62 mm
Potência máxima 89,6 cv / 9.250 rpm
Torque máximo 6,9 kgf.m a 7.250 rpm
Câmbio 6 velocidades
Freio dianteiro Hidráulico a disco (duplo)
Freio traseiro Hidráulico a disco
Pneu dianteiro 120/70 – 17
Pneu traseiro 160/60 – 17
Suspensão dianteira Telescópica invertida (U.D.F.) – Ajuste de
amortecimento
Suspensão traseira Balança monochoque ajustável
Capacidades
Capacidade do tanque de combustível (reserva) 17 litros

 

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Equipe: MotosBR

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Teste – Kasinski Soft 50 !!!


 

 

     Há pouco mais de dois meses, a Kasinski lançou o Soft 50 em Fortaleza (CE). Classificado como ciclomotor, por ter motor com no máximo 49 cm³ de capacidade e não ultrapassar os 50 km/h, o modelo com cara de CUB chegou ao mercado como uma opção para quem quer fugir do transporte público. Com preço sugerido de R$ 3.490, traz ainda bauleto de série e um capacete grátis.

     Mas será que a vale a pena comprar um ciclomotor? Foi com essa dúvida que pegamos o pequeno Soft para realizar um teste. Devido a suas limitações, nenhum traçado específico foi escolhido, apenas realizamos nossa rotina a bordo do Soft 50 para confirmar se o pequeno ciclomotor nos ajudaria a economizar tempo e dinheiro.

     Não foi à toa, que o lançamento do Soft 50 foi no Nordeste. Lá e na região Norte, os ciclomotores são uma alternativa interessante para se locomover nas cidades pequenas que, muitas vezes, não contam com transporte público. Mas em São Paulo as regras são um pouco diferentes. Qualquer via de grande porte da metrópole tem velocidade máxima superior à velocidade que o Soft 50 atinge – na via expressa da Marginal do Rio Pinheiros, por exemplo, o limite é 90 km/h. Com isso, chega a ser perigoso circular com o Soft 50 em Sampa.

 

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Motor
     Ônibus, caminhões e até scooters ultrapassam o cinquentinha como se fossem veículos velozes. Também seu desempenho é pífio: o motor monocilíndrico produz apenas 4 cv de potência máxima a 8.000 rpm e torque máximo é de míseros 0,35 kgf.m a 7.500 rpm. Tudo dentro de sua proposta – afinal, se os números fossem melhores o Soft 50 não seria um ciclomotor. Por isso, o jeito é permanecer na faixa direita da pista e ficar atento ao retrovisor.

     Por outro lado o consumo é impressionante e o usuário do Soft 50 com certeza gastará menos com gasolina do que com bilhetes de metrô. Ele chegou a fazer 48 km/l, o que concede uma autonomia de 168 quilômetros com seu tanque de 3,5 litros. Econômico, mesmo ainda sendo aloimentado por carburador.

     Aliás, no frio outono paulistano isso se torna um problema. Perdi 15 minutos todas as manhãs antes de sair de casa, esperando que o motor do Soft 50 atingisse uma temperatura ideal de funcionamento. Todavia, o câmbio semiautomático, sem embreagem, facilita a vida do piloto em movimento.

     Mas a grande questão é se o Soft 50 me ajudaria a ganhar tempo e economizar dinheiro? Sim. Gastei R$ 7,00 para completar o tanque e rodei por quatro dias – se fizesse o mesmo percurso de metrô, gastaria R$ 11,60 por dia. Com paciência e respeitando os limites do próprio Soft 50, pude realizar todas as minhas atividades em diferentes pontos da capital. Mesmo que tenha sido obrigado a “pedalar” em algumas subidas mais íngremes, já que o ciclomotor não tinha força suficiente para “carregar” meus 90 kg morro acima.

 

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Design e ergonomia
     Muito parecido com uma CUB Win 110, o design do Soft 50 agrada. Com bauleto de fábrica, este ciclomotor tem um visual moderno e condizente com a sua proposta. A posição de pilotagem é confortável e não cansa o piloto, principalmente por ter um guidão estreito, que lhe credencia a entrar em qualquer corredor.

     Freios e suspensões também atendem às necessidades do Soft. Como a velocidade é muito baixa, no máximo 45 km/h, buracos são facilmente evitados e uma freada brusca é improvável, então os tambores em ambas as rodas e o conjunto de suspensões — garfo telescópico convencional, na dianteira, e bichoque, na traseira — estão de acordo com sua proposta urbana.

     Já o perfil do pneu dianteiro poderia ser revisto pela montadora. Lembra os utilizados nas motos de 125cc da década de 70. Em pisos irregulares, o pneu compromete a dirigibilidade e a estabilidade do Soft 50.

     O painel de instrumentos está equipado com marcador de combustível e indicador de marchas. O Kasinski Soft 50 ainda tem partida elétrica e a pedal e está disponível nas cores vermelha e preta. O ciclomotor da Kasinski começou a ser comercializado em fevereiro e tem preço público sugerido de R$ 3.490.

 

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Conclusão
     Respondendo à questão inicial, se vale a pena adquirir um Soft 50. A resposta é: depende. Conversei com muitas pessoas em pontos de ônibus e metrôs de São Paulo e a opinião é unânime: entre depender de um transporte público diariamente e ter um veículo que, mesmo com lentidão, lhe permita realizar a rotina com mais autonomia, todos optaram pela liberdade. Além da economia de tempo e dinheiro, o motociclista também tem que avaliar o percurso em que usará o Soft 50.

      Para quem vive em uma cidade pequena e plana, o Soft 50 é uma alternativa interessante. Mesmo para o paulistano mais “pilhado” um ciclomotor pode adiantar o dia a dia, basta que os caminhos sejam pensados e rotas alternativas passem a fazer parte do seu itinerário.

     Agora, se for trafegar por grandes avenidas com diversos veículos grandes e apressados, economize um pouco e opte por uma opção mais segura para sua locomoção diária. Pois neste caso, tamanho é documento!

 (Arthur Caldeira/Agência INFOMOTO)

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Equipe: MotosBR

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Kasinski GT650 R – Avaliação Técnica


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     Um motor V2 em 90º como este da GT 650 R fez sucesso em seguidas versões, desde que foi lançada a primeira em 1972, quando Fabio Taglioni colocou um protótipo em Imola.

     O som de uma V2 é algo que fica na memória de todo motociclista. Grave e compassado, é fácil identificar do que se trata sem precisar dar uma olhada.

Kasinski GKasinski GT 650 R - A alma de uma campeã num projeto coreano em versão brasileira

Kasinski GT 650 R : alma de uma campeã num projeto coreano em versão brasileira

     Em vez de potência pura e bruta, as Ducati V2 garantem uma dirigibilidade excepcional em altas velocidades e essas características foram as que mais provocaram o grande sucesso que essas motos obtiveram no Superbike e no MotoGP. Essa teoria evoluiu para o BigBang da Honda, quando ela modificou, para maior sucesso, o motor da moto do grande campeão Mick Doohan. Também foi usada pela Yamaha quando fez o seu virabrequim cross-plane.

     Essas tecnologias derivam de uma necessidade que tem uma motocicleta de competição. Na hora de entregar toda a potência, deve-se evitar perda de tração e excesso de tensões no chassi. E aí a vantagem é dos V2 que tem uma forma gradual de entregar potência pela sua natureza.

Ducati 750 Supersport, o começo de uma revolução no esporte

Ducati 750 Supersport, o começo de uma revolução no esporte

     Com o lançamento das Suzuki TL1000 e da Honda VTL 1000 no fim do século passado, ficou comprovado o sucesso dessa abordagem tecnológica dos V2 a 90º. Então várias outras empresas tentaram seguir a mesma formula, até em variações menores de 650cc. Entre elas a Hyosung, que no Brasil chegou em 2009 trazida pela Kasinski e agora está melhorada na versão 2011.

     Ao sentar na Kasinski GT650 R já se percebe a altura do banco, acima da média por causa da posição do cilindro traseiro, que fica quase vertical. A posição das barras da direção indicam a natureza esportiva da moto e apenas os motociclistas acostumados a essa posição sabem que há vantagens em dirigibilidade, distribuição de peso e adaptação às forças do vento frontal. Dores na coluna para os que não estão acostumados também acontece mas para ajudar nisso as pedaleiras contam com uma segunda furação para ajustar corretamente a posição do piloto conforme sua estatura e preferência.

Na Cidade  

O belo painel digital e o encaixe mal dimensionado do arremate no parabrisa

O belo painel digital e o encaixe mal dimensionado do arremate no parabrisa

     Andando o piloto se posiciona bem avançado sobre as barras da direção e o esforço dos braços é notável para segurar o peso do corpo e apoiar nas barras da direção. Isso faz com que a frente ganhe maior proporção na distribuição de peso, favorecendo nas curvas. Esta característica é acentuada na Kasinski GT650 R e a vontade de pegar uma estrada sinuosa aumenta porque só assim a pressão sobre as mãos diminui sobre a ação do vento. Por isso ela é uma moto que não estimula o uso contínuo na cidade.

     A Kasinski GT 650 R é uma moto leve e o conforto oferecido é razoável, especialmente porque o motor não é explosivo e facilita bastante a pilotagem entre os veículos. Uma coisa que limita o uso na cidade são os batentes da direção que igualmente a qualquer esportiva não permite esterçar muito, contornando carros parados ou manobrando em estacionamentos. Em casos de mudança rápida de direção quando em movimento, ela responde bem mas exige um pouco de força sobre as barras do guidão.

      Fora isso ela se comporta bem na cidade e pode funcionar como transporte diário com vantagens por ser razoavelmente estreita, saindo-se bem nos corredores. As suspensões na cidade trabalham bastante e absorvem com eficiência as menores irregularidades. Mas por seu caráter esportivo na resposta a grandes buracos, bem comuns, ela transmite os choques maiores ao condutor e ao garupa. Aliás, pela classe da moto, a posição do garupa é bem confortável no seu assento mais alto e apenas esses grandes choques incomodam mais. Andando sem garupa pode-se usar o espaço como um bom bagageiro pois as alças emborrachadas fazem boa pega aos elásticos que também são facilmente presos tanto nas próprias alças quanto no gancho que há no suporte da pedaleira do garupa. À noite a sinalização é eficiente, com as luzes da traseira em LEDs, e os farois duplos que embelezam a moto e iluminam bem o caminho.

Nas estradas e rodovias 

A Kasinski GT650R gosta mesmo de uma estrada sinuosa

A Kasinski GT650 R gosta mesmo de uma estrada sinuosa

     Esse é o seu ambiente preferido, particularmente nas estradas com muitas curvas pois é para isso que essa moto foi desenvolvida: fazer curvas. Aqui, além das boas características do chassi e das suspensões, o motor dotado de extrema elasticidade proporciona uma ampla gama de tipos de condução. Não tem uma autonomia muito grande, mas o suficiente para bons percursos, dependendo do ritmo conferido.

     É possível usar o motor nas rotações abaixo de 6000 rpm que a moto anda com suavidade e maior economia com pouca vibração. Acima disso o motor cresce rápido até perto de 9000 rpm, um pouco antes da faixa vermelha, 10500 rpm. Esse é o melhor momento de passar para a marcha mais alta. Andando nessa faixa, numa tocada mais radical o consumo aumenta muito, bem acima da média dos motores dessa categoria e percebe-se que o resultado em aceleração, mesmo até a última marcha, permanece grande e constante. A Kasinski GT650 R recebeu um bom trabalho no acerto da injeção e ignição, mas paga-se um custo alto do aumento do consumo para até 12 Km/litro quando se usa o motor ao máximo.

     O chassi mostra também as suas qualidades com uma geometria bem estudada para oferecer grande maneabilidade nas curvas sem perder estabilidade nos terrenos mais acidentados das retas. Há na verdade um pouco de flexão do chassi quando levado a extremos, em aceleração média em trechos ondulados, quando a suspensão tem que trabalhar e o trecho da curva ainda não permite rolar o acelerador. Perto do ápice da curva, se houver ondulação ou buracos sente-se a oscilação do chassi. Uma regulagem mais dura da suspensão pode ajudar, mas vai se traduzir num rodar mais áspero.

Avaliação técnica

Belo chassi treliçado com grossos tubos formando barras periféricas

Belo chassi treliçado com grossos tubos formando barras periféricas

Ciclística 

     Para uma moto esportiva a Kasinski GT650 R apresenta características importantes. Um belo chassi treliçado com barras duplas periféricas construidas em tubos de grande secção, utiliza o motor como parte estrutural. Tem soldas bem feitas e pintura semi-fosca bonita e resistente. Sua geometria e distribuição de massas resulta em uma maneabilidade não tão rápida, leve e precisa como as melhores esportivas do mercado, mas ainda assim apresenta boas características.

Motor V2 a 90° DOHC, 8 válvulas e duplo corpo de borboletas emite um som imponente

Motor V2 a 90° DOHC, 8 válvulas e duplo corpo de borboletas emite um som imponente

Grande caixa de ar abriga filtro de papel que necessita troca ao ficar muito sujo

Grande caixa de ar abriga filtro de papel que necessita troca ao ficar muito sujo

Motor

     O motor DOHC com quatro válvulas por clilindro prima pela elasticidade. Entrega bom torque e assim pode ser utilizado com bons resultados desde 3000 rpm até perto da faixa vermelha que fica em 11500 rpm. Mais pelo meio dessa faixa útil de rotações a aceleração cresce com firmeza, mostrando que a curva de potência aumenta bem nessa rotação. O arrefecimento líquido mantém o motor em boa temperatura de trabalho e nem mesmo nos dias mais quentes sofre grande alteração.

     A alimentação dos dois corpos borboleta é feita por um injetor para cada um, com a bomba de gasolina imersa no tanque. A caixa de ar, de grande volume, abriga o filtro de papel sob o tanque de gasolina. Este motor não despeja muita potência, mas quando exigido ele cresce rápido e dá muito prazer de pilotar, mas cobra seu preço em consumo elevado. Apesar disso o som do V2 a 90º é uma música para os ouvidos do piloto, sem incomodar quem passa perto.

Câmbio 

     Tem escalonamento bem apropriado à faixa útil do motor e as trocas são rápidas e precisas, raramente se erra uma troca. Seu acionamento é bem silencioso e há previsão de ajuste do pedal ao se mover a pedaleira, trocando a haste que liga o pedal ao eixo do acionamento de mudança de marcha. Na sexta marcha o motor fica numa rotação bastante confortável e às vezes pode-se até esquecer de usá-la porque a quinta já oferece uma boa velocidade de cruzeiro.

Freios dianteiros potentes em discos flutuantes

Freios dianteiros potentes em discos flutuantes

Suspensão traseira tem ajuste na pré-carga da mola

Suspensão traseira tem ajuste na pré-carga da mola

Freios

     Duplos na dianteira e simples na traseira. Eles são flutuantes na dianteira, com pinças de pistões duplos e permitem boa sensibilidade e potência. Resultam em frenagens poderosas. Na traseira o disco é único, mas a pinça tem pistões duplos. Também oferece grande controle e dificilmente se trava a roda.

Suspensão

Links na suspensão melhora progressividade - escape 2x1 em inox amarela com o calor, normal isso.

Links na suspensão melhora progressividade – escape 2×1 em inox amarela com o calor: normal

Bengalas invertidas agora mais discretas, anodizadas em preto

     Bengalas invertidas agora mais discretas, anodizadas em preto  “Up-side down” na dianteira conta com ajuste no retorno hidráulico oferecendo bom controle da frente da moto. Na traseira conta com amortecedor único, com ajuste na pré-carga da mola e o acoplamento da balança é feito por meio de link. Consegue um bom resultado e apenas se exigido ao limite apresenta algum movimento parasita, combinado com flexão no chassi.

Acabamento

     O acabamento é bom, a pintura de boa qualidade e de camada de boa cobertura. As peças plásticas poderiam se encaixar melhor, principalmente nas junções do painel com a carenagem. Permanece como na 250 GTR a mesma peça que suporta a parte dianteira do banco e tanque. Poderia ter solda mais bem acabada pois parece que não foi feita na mesma fábrica que o chassi.

Equipamentos 

     Os controles são muito bem posicionados e ajuda bastante as pedaleiras ajustáveis como equipamento original.
O painel tem todos os instrumentos necessários e oferece ótima leitura. O quadro de cristal líquido mostra a velocidade em grandes dígitos enquanto o mostrador analógico traz a rotação do motor.

Tecnologia 

     A Kasinski GT650 R é uma moto derivada da antiga Comet 650 e conta com a mesma tecnologia básica. Pontos altos são os cabeçotes DOHC do motor com quatro válvulas por cilindro. A injeção eletrônica e todo trabalho em vestir a moto com uma bela carenagem deu uma nova vida ao projeto, mas ainda precisa de alguma melhoria principalmente na injeção. Deve-se conseguir maior economia pois mesmo para uma esportiva, hoje em dia essa questão se torna importante.

Tabela de consumo

Tabela de consumo Kasinski GT650 R

Tabela de consumo Kasinski GT650 R

     É nítida a evolução tecnológica que a Kasinski GT650 R sofreu. Percebe-se que o fabricante conseguiu corrigir vários pontos deficientes, como a excessiva vibração e detalhes de acabamento. Os números de venda são mantidos em torno de 50 unidades todos os meses. O preço de R$24.700,00 (Tabela Fipe 10/5/2011) é competitivo e aos aficcionados pelo estilo que querem entrar nas médias cilindradas a GT650 R configura-se a opção mais acessível.

Fonte: http://www.motonline.com.br/

Ficha técnica

ficha técnica Kasinski GT 650 R - Motonline

 

 

Equipe: ArquivoMOTO

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Prima 150 : Novo scooter Kasinski em 2011


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     A Kasinski fará a apresentação oficial de lançamento do seu novo scooter Prima 150 no dia 19 de abril.

     O design é italiano. O charme é brasileiro. O novo scooter Kasinski Prima 150 chega com diferenciais únicos no mercado.

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Ideal para deslocamentos rápidos, o scooter Kasinski Prima 150 oferece muitos atributos para isso, como, por exemplo, agilidade no trânsito, facilidade de condução, economia, segurança e muito espaço para transportar pequenos objetos. O scooter tem motorização com tecnologia italiana, fruto da parceria Piaggio-Zongshen, nome que dá origem à sua linha de motores de alto desempenho.

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Com 150 cm³ de cilindrada, o Kasinski Prima 150 tem rodas em liga leve e aro 13” (tanto na traseira quanto na dianteira), maiores do que a maioria dos modelos disponíveis hoje no mercado, o que garante mais estabilidade ao pilotar, além de evitar desconfortos e até mesmo perda de dirigibilidade ao passar por terrenos mais acidentados.

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     O Kasinski Prima 150 tem painel completo e seu porta-capacete tem capacidade para acondicionar dois capacetes, ou um capacete e objetos pessoais. Outro espaço para guardar chaves ou documentos é o porta-objeto, localizado na parte frontal do scooter.

     Outra facilidade do scooter Kasinski Prima 150 é garantida pelo fato do piloto não precisar levantar o banco para abastecer, já que o bocal do tanque de gasolina fica na parte externa e sua abertura é controlada pela chave de ignição. A capacidade do tanque de combustível é de oito litros, o maior da categoria, e seu posicionamento é sob o assoalho, reduzindo o centro de gravidade e, consequentemente, melhorando a dirigibilidade.

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O Kasinski Prima 150 conta ainda com acessórios como pedaleiras do passageiro retráteis e embutidas, em alumínio, bagageiro plastificado em alumínio e preparado para a instalação de baú, além de painel completo. O assento é à prova d’água e em duas cores, conferindo mais charme e conforto ao produto.

     O scooter é bicolor, nas opções Preto/Caramelo, Bordeaux/Caramelo. E a versão Sport, a Kasinski Prima 150 GTS, está disponível na cor amarela com detalhes em prata.

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Motor e ciclística

O scooter Kasinski Prima 150 conta com um motor monocilíndrico de 150 cm³ de cilindrada, com arrefecimento a ar. O propulsor gera potência máxima de 12,2 cv a 8.000 rpm e torque máximo de 1,20 kgf.m a 7.000 rpm. O modelo apresenta transmissão automática CVT, ou seja, em vez de o piloto trocar de marcha, basta dar o “start” e acelerar. Para maior segurança, o Kasinski Prima 150 só liga se um dos manetes de freio for acionado.

Disponível nas cores Preto/Caramelo, Bordeaux/ Caramelo e Amarelo (versão GTS).

Preço sugerido R$ 5.290,00

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Ficha Técnica:
Comprimento: 2033 mm
Largura: 670 mm
Altura: 1140 mm
Peso: 106 Kg
Motor: 4 tempos, monocilíndrico, refrigerado a ar
Diâmetro x Curso: 63 mm x 49 mm
Alimentação: Carburador PD 27
Potência máxima: 12,2 CV a 8000 rpm
Torque máximo: 1,2 Kgfm a 7000 rpm
Partida: Elétrica
Freio dianteiro: disco
Freio traseiro: tambor
Pneus: 130/60-13 (na dianteira e traseira)
Suspensão dianteira: garfo telescópico
Suspensão traseira: balança bi-choque ajustável
Tanque de combustível: 8 litros

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fonte: http://arquivomoto.com.br/?p=8974

Equipe: MotosBR

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